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Vôlei / COMPLICADO

Seleção Brasileira perde liderança no ranking mundial após derrota

Seleção Brasileira foi derrotada pela China durante a disputa da Liga das Nações de vôlei neste domingo, 12, e perdeu a posição no ranking mundial

Redação Publicado em 13/06/2022, às 07h19 - Atualizado às 10h30

Seleção Brasileira perde a liderança do ranking mundial - GettyImages
Seleção Brasileira perde a liderança do ranking mundial - GettyImages

A Seleção Brasileira teve que lidar não só com a derrota para a China por 3 sets a 0, com as parciais em 25/23, 31/29, 25/23 neste domingo, 12, em partida válida pela Liga das Nações, como também com a perda da liderança do ranking mundial da modalidade. Para se ter uma ideia de como esse feito é impactante, o Brasil não deixava a posição a pelo menos 20 anos.

Dessa forma, depois da atualização da lista oficial, a Seleção Brasileira, comandada por Renan Dal Zotto aparece atrás da Polônia na classificação da Federação Mundial de Vôlei. Além da posição em si ser algo histórico, a derrota para a China, que ocupava a 23ª posição, também é a primeira desses anos todos que aconteceu.

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Com o desempenho apresentado no final de semana, e a derrota diante dos chineses, o Brasil caiu para o segundo lugar, somando agora 370 pontos. Assim, os novos líderes são a Polônia, que soma 379 pontos. Já a China, responsável por tirar a liderança da seleção no ranking, acabou subindo para o 17º lugar, com 176 pontos somados depois da importante vitória.

As mudanças

Vale destacar que o ranking mundial ganhou ainda mais importância na corrida para as Olimpíadas de Paris 2024. Com a aprovação do Comitê Olímpico Internacional, a Federação Internacional de Vôlei fez algumas alterações, como diminuindo o número de Pré-Olímpicos, dando fim aos Pré-Olímpicos continentais e passando a adotar o ranking como sistema de corte.

Seleção Brasileira de vôlei batendo palma após a partida
Seleção Brasileira de vôlei batendo palma após a partida (Crédito: GettyImages)

Nesse sentido, apenas 12 seleções de cada grupo garantem uma vaga olímpica. Além disso, a busca por uma vaga olímpica foi quem sofreu as maiores alterações. A França, por ser o país-sede já está garantida nos dois naipes, enquanto os outros onze lugares terão suas seleções sendo definidas de duas formas.

Seis seleções em cada gênero vão garantir suas classificações por meio de três torneios pré-olímpicos, que vão acontecer entre setembro e outubro de 2023. Antes dessas mudanças na regra, eram seis disputas classificatórias. Já as outras cinco vagas por gênero seguirão o ranking como base para a classificação.

Nesse caso, a FIVB vai levar em consideração as cinco seleções que estão mais bem posicionadas no ranking, mas para conseguir respeitar o princípio de universalidade das Olimpíadas, a prioridade será dos possíveis continentes que ainda não tenham nenhuma equipe classificada, sendo que a ordem fica com as seleções de continentes que ainda não se classificaram, e os times mais bem ranqueados.

Próximo compromisso

Agora tendo que deixar essa experiência ruim de lado, e trabalhar para voltar ao topo, o Brasil viaja para a Bulgária, onde vai disputar a segunda etapa da Liga das Nações na cidade de Sofia. O primeiro compromisso está marcado para acontecer no dia 22, diante da Polônia, na reedição da última finalíssima da Liga das Nações, e promete ser mais um jogão.


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