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Corrida / NUTRIÇÃO ESPORTIVA

Vai um cafezinho?

Muitos atletas acreditam que a cafeína melhora e aumenta o desempenho em atividades que exigem intenso gasto energético

Redação Publicado em 03/02/2023, às 08h00 - Atualizado às 18h19

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Vai um cafezinho? - Divulgação
Vai um cafezinho? - Divulgação

Embora não haja evidências conclusivas, muitos atletas acreditam que a cafeína melhora e aumenta o desempenho em atividades que exigem intenso gasto energético.

Capaz de agir no sistema nervoso central, combatendo a fadiga e a sonolência, pelo menos momentaneamente, o café é muitas vezes associado à diminuição das dores musculares pós-treino e ao aumento do metabolismo, auxiliando na queima de gordura. De fato, estudos comprovam que a cafeína promove alterações no estado de alerta, mas há dúvidas. Para alguns pesquisadores, o que a cafeína realmente faz é alterar a percepção do esforço e da disponibilidade física.

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Estudo realizado na Suíça, levantou a hipótese de que a cafeína poderia baixar o rendimento na performance física, a longo prazo. De acordo com dados apresentados pelo cardiologista Philipp Kaufmann, do Hospital Universitário de Zurique, descobriu-se que a cafeína pode “não ser tão inofensiva quanto se imaginava” e, portanto, a ingestão do café não seria indicada antes da prática esportiva. Afinal, os estimulantes, de forma geral, têm propriedades que permitem maior concentração, mas aumentam a frequência cardíaca, o que, a longo prazo, pode causar problemas no coração para pessoas com predisposição a doenças vasculares.

Outras pesquisas, porém, já mostraram que corredores que tomaram 300 mg de cafeína (o equivalente a duas xícaras de café) uma hora antes do início dos exercícios correram, em média 15 minutos a mais do que os que fizeram a mesma atividade sem ingerir cafeína. Ciclistas que consumiram 2,5 mg da substância por quilo de peso corporal tiveram rendimento 29% maior que o grupo controle.

Até 2004 a cafeína fazia parte da lista de substâncias proibidas pelo Comitê Olímpico Internacional.  Mais de 12 ml de urina (que podem facilmente ser atingidos com a ingestão de cinco xícaras de café) configuravam doping e eliminação das competições.


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