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Sylvinho destaca força do Corinthians após vitória no clássico

Técnico Sylvinho comemorou bastante a vitória do Corinthians sobre o Santos no Brasileirão, que rendeu o G4 para a equipe Alvinegra no Brasileirão

Redação Publicado em 21/11/2021, às 20h59

Sylvinho, treinador do Corinthians - GettyImages
Sylvinho, treinador do Corinthians - GettyImages

Na tarde deste domingo, 21, na Neo Química Arena, o Corinthians fez um jogo que estava fazendo falta para o torcedor. Diante do Santos, no clássico paulista, a equipe Alvinegra superou o adversário por 2 a 0, e foi exaltada pelo técnico Sylvinho, que ainda comemorou o sexto resultado positivo seguido em casa desde a volta do torcedor.

"Era muito importante, essencial, uma vitória para continuar pontuando. Todos os setores funcionaram bem, fico feliz com a organização do time. Mostramos um time organizado, uma defesa muito bem postada, um meio-campo que protege bem, atacante com funções defensivas, o contrário também, potencializando o time com posse no meio, com passagem de lateral. Fagner passou muito, Fábio Santos também aproveitou. O jogo nos propiciava essa retenção do Jô, enfim, muito bom", disse antes de completar.

"Tivemos paciência em casa, o gol demorou a sair, e isso quando ocorre você começa a acelerar demais, perder bolas na construção, e gera contra-ataque, pois falta confiança. Falamos isso no intervalo, os atletas entenderam e continuaram a atacar com equilíbrio, organização, ao ponto de fazer o gol, o segundo e se mostrarem superiores durante os 90 minutos", concluiu.

 

Essa partida diante do Santos, inclusive, marcou a volta por cima de importantes nomes do elenco do Corinthians. , que sempre foi alvo da Fiel por bons resultados, fez um gol e deu uma assistência para Gabriel, volante que estava tendo atuações ruins, mas que fez um ótimo clássico, e deixou o dele.

O próprio Sylvinho, vale lembrar, teve seu nome vaiado durante o momento em que os nomes na escalação eram anunciados pelo áudio da Arena. Sobre isso, o técnico falou das críticas, da pressão e da reação dos jogadores, contando que Gabriel, por exemplo, se abateu.

"Parte do trabalho é humano, buscamos alma, vida, e o Gabriel se entrega. Às vezes fico chateado quando vejo críticas pesadas a atletas com uma entrega como a do Gabriel. Todos os atletas têm limitações ou físicas ou técnicas ou táticas. Ele se doa demais. No primeiro turno, jogou todinho numa linha um pouco à frente, quando Cantillo era titular, e ele estava do lado no tripé. No segundo, teve mudanças, veio jogar atrás, onde é a função dele. Ele tem o respeito dos atletas", contou antes de completar.

"Gabriel ficou chateado, triste, mas convivemos com isso, o atleta sabe, somos profissionais, precisamos conviver com algumas críticas. Quando foi me perguntado o limite da crítica, eu falei que todos os seres humanos sabem o limite da critica. Somos vidraça, vamos continuar trabalhando. Nós trabalhamos esse atleta em nível humano para ele estar em campo. Feliz pelo resultado e pelo desempenho dele e pelo gol", concluiu.


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