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Futebol / FAN TOKENS

Diego Velasques explica criptomoedas e fan tokens no meio do futebol

O especialista em criptos, Diego Velasques, abordou a aderência do método no esporte em todo o mundo; diversos times já lançaram seus fan tokens

Redação Publicado em 24/05/2022, às 18h26

Especialista explica criptomoedas e fan tokens no meio do futebol - Getty Images
Especialista explica criptomoedas e fan tokens no meio do futebol - Getty Images

A pandemia alterou bruscamente a esfera econômica mundial, especialmente durante o lockdown. Com o mercado esportivo, que muito depende da participação do público em competições, o problema não foi tão diferente.

Como solução, alguns dos grandes representantes do futebol europeu apostaram nas FTOs (ou Fan Tokens). Essas moedas digitais foram criadas para que os torcedores, além de investirem, recebam alguns benefícios como itens promocionais, ingressos e até mesmo ser parte de algumas decisões internas dos clubes.

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Depois da adoção de ativos digitais por times europeus, como o Paris Saint-Germain, Manchester City e Barcelona, times brasileiros também começaram a entrar no mercado. O Atlético Mineiro foi o pioneiro no país a lançar a $Galo, criptomoeda do time. Já o Vasco da Gama lançou a VascoToken e o Corinthians, a $SCCP.

O especialista em criptomoedas, Diego Velasques, explicou como a expansão dos criptos favoreceu as Fan Tokens:

“Ativos como o Bitcoin tiveram uma grande valorização nos últimos tempos e estão passando por um grande hype. Justamente por isso, a busca no Google está muito em alta, o que mostra que, de fato, está atingindo muitas pessoas. Hoje em dia, as empresas de massa estão incluindo as criptomoedas como forma de pagamento, pois, assim elas ficam mais relevantes dentro das pesquisas e inserem a comunidade de cripto dentro dos seus produtos, dentro do seu target alvo”.

explica criptomoedas e fan tokens no meio do futebol
explica criptomoedas e fan tokens no meio do futebol - Reprodução/ Instagram

Diego pontua que o consumo em determinadas marcas, como no caso de times de futebol, dá uma credibilidade não só para o setor de criptos, mas para o marketing das marcas.

“É uma via dupla. As empresas usam como marketing, melhorando seu desempenho nas pesquisas de relevância, e o mercado acaba se inserindo ainda mais no universo das marcas. Fora que isso não gera quase nenhum custo para as elas, pois é só mais uma forma de gerar pagamento, ou seja, todos saem lucrando”.

A comercialização difere em alguns aspectos da bitcoin e dogecoin, por exemplo. A data de lançamento e o valor inicial são determinados pelos clubes, assim como o encerramento. A volatilidade nesse período, todavia, segue os padrões de mercado.

A NBA, por exemplo, inovou ao oferecer o pagamento do salário dos jogadores em bitcoin, que não foi criada pensada nos esportes. A variação cria um cenário diferente das Chiliz, que são focadas em metas e com tokens limitados.


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