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Alexandre Pássaro promove mudanças no Vasco e diz não aceitar comportamento 'chinelinho'

Após queda para a Série B, Vasco inicia reformulação no elenco

Redação Publicado em 11/03/2021, às 14h34

Vasco encerrou sua participação na Série A na temporada de 2020 diante do Goiás.
Vasco encerrou sua participação na Série A na temporada de 2020 diante do Goiás. - Getty Images

Após mais uma temporada abaixo da média que culminou no quarto rebaixamento do clube, o Vasco começou a se mexer para mudar o cenário do Gigante da Colina. Inicialmente o Cruzmaltino promoveu a dispensa de jogadores que já não vinham agradando. Grande parte da torcida reclamava do desempenho e de certa falta de vontade de alguns atletas, e muitos já não terão muitos minutos com a camisa do clube carioca.

O segundo passo foi a contratação de Ernando, Marquinhos Gabriel e Zeca, que foram apresentados na última quarta-feira, 10. O diretor esportivo da equipe, Alexandre Pássaro, deixou claro que estes seriam apenas os primeiros reforços e explicitou os planos no mercado de transferências.

“Seguramente, novas contratações virão para o decorrer do ano. O ano começa agora, então estes são os primeiros jogadores que chegam para nos reforçar. Alguns jogadores já saíram e a construção da equipe vai ser feita, preferencialmente até o início da Série B." - comentou Pássaro em entrevista coletiva após a apresentação dos novos atletas.

Um ponto que chamou a atenção foi o método de gerência da situação dos jogadores. Na mesma entrevista, Pássaro declarou que todos os jogadores terão contratos de produtividade, ou seja, o recebimento do salário vai ser de acordo com o que cada jogador vai render e, além disso, falou sobre o comportamento de 'chinelinho' no futebol.

"O 'chinelinho' não pode existir nem se ele tiver contrato de produtividade, nem se ele não tiver, vai muito da condução do trabalho. Não estou dizendo que tinha isso aqui (no Vasco), não estou querendo culpar ninguém, mas a gente não pode aceitar, de forma alguma, que jogadores ou funcionários tenham, no jargão popular, esse comportamento de 'chinelinho'", disse.

"Os nossos contratos terão produtividade. Todos esses jogadores que aqui estavam (na apresentação) têm contrato de produtividade e todos terão, os que chegarem agora ou em um momento mais para frente.", completou.

O diretor de futebol do Vasco da Gama ainda esclareceu a situação e explicitou que os contratos não seriam relacionados a uma produtividade de jogos. Os jogadores terão um contrato com produtividade trimestral ou quadrimestral, ou seja, nesse período de três a quatro meses, os jogadores estarão sendo avaliados nos treinamentos e precisam ter uma porcentagem de jogos atuando como titular, para que eles possam ter uma sequência. 

Alexandre também deixou claro que este tipo de contrato não garante nada, mas é uma das formas para mudar o interesse de trabalho dentro do clube.


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