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Confira quais são os brasileiros que disputam vaga olímpica no Mundial de Ginástica Artística

Na Alemanha, a melhor expectativa do time brasileiro é a classificação na disputa por equipes; disputa brasileira começa neste sábado, 5

Gabriela Santos Publicado em 04/10/2019, às 18h10

Arthur Zanetti é um dos principais nomes do Mundial de Ginástica Artística, na Alemanha
Arthur Zanetti é um dos principais nomes do Mundial de Ginástica Artística, na Alemanha - Getty Images

O Mundial de Ginástica Artística já começou. Do dia 4 ao dia 13 de outubro, a competição desafia os atletas na busca por melhores resultados, recordes mundiais, medalhas e vagas na Olimpíada de Tóquio 2020.

O Mundial que é sediado em Stuttgart, na Alemanha, e o time brasileiro entra na corrida pela vaga olímpica com altas expectativas. Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Chico Barretto, Arthur Zanetti, Arthur Nory, Caio Souza, Thaís Fidelis, Lorrane Oliveira, Letícia Costa e Lucas Bitencourt são os brasileiros que entram na disputa em busca de um lugar nos Jogos Olímpicos.

Carolyne Pedro, titular nos jogos Pan-Americanos de Lima 2019, sofreu uma lesão no tornozelo direito e não fará mais parte da delegação da competição. Assim, Letícia Costa passou de reserva para titular e Isabel Barbosa foi convocada para fazer parte do banco de suplentes na Alemanha.

A equipe feminina estreia na competição neste sábado, às 15h, pela classificatória. O grupo masculino começa na competição amanhã, às 14h30, também pela fase classificatória. 

As chances individuais do Brasil são grandes, mas a disputa por equipes pode garantir mais classificações ao time brasileiro. No Mundial de Ginástica Artística é o principal torneio que oferece vagas para Tóquio 2020, são 134 vagas oferecidas das 192 que estarão na Olimpíada do ano que vem.

Nesta edição do Mundial, são nove vagas por equipes  que serão distribuídas, 32 vagas no individual geral ( sendo 12 para homens e 20 para mulheres) e 30 vagas por aparelhos (sendo 18 para homens e 12 para mulheres).

Getty Images


Confira quais são as chances brasileiras no Mundial da Alemanha de acordo com cada aparelho em que os ginástas são especialistas. Lembrando que todos os ginastas disputam todos os aparelhos, mas existem afinidade e habilidades específicas. Acompanhe:

ARGOLAS

- Arthur Zanetti

Aos 29 anos, Zanetti é sempre a expectativa de medalha brasileira. O atleta brasileiro é o atual vice-campeão mundial nas argolas, conquistado em Doha, no Catar, e chega confiante para o torneio em Stuttgart.

Especialista nas argolas, sua medalha mais recente é a do Pan de Lima 2019.

(Maiores trunfos individuais nas argolas: Jogos Olímpicos: ouro em Londres 2012 e prata no Rio 2016; Campeonato Mundial: ouro em 2013 e prata em 2011, 2014 e 2018; Pan: ouro em 2015 e prata em 2011 e 2019).

BARRA FIXA

- Arthur Nory

Nory entra na disputa pela primeira medalha da competição mundial. Aos 26 anos, o atleta tem mostrado evolução. Seu desempenho nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 aumentaram as expectativas brasileiras para Tóquio 2020.

Medalhista olímpico e do último Pan, em Lima, no Peru, Arthur Nory investirá na barra fixa em Stuttgart, aparelho que é especialista. Nory tentará repetir o tento da competição continental ao apresentar a mesma série que lhe rendeu a medalha de prata.

(Maiores trunfos individuais: Jogos Olímpicos: bronze no Rio 2016, no solo; Pan: prata em 2019, na barra fixa)

- Chico Barretto

Chico é uma promessa brasileira. Os resultados de seu bom desempenho vieram no Pan de Lima. O ginasta conquistou três medalhas de ouro na competição (uma por equipe e duas individuais), o único do time brasileiro que compete na Europa. Em Jogos Olímpicos, os seu melhor resultado foi no Rio 2016, ao ocupar a quinta colocação.

Aos 29 anos, Francisco Barretto pode ser uma surpresa para essa edição do Mundial, já que esteve apenas como reserva da final do cavalo com alças no ano passado, em Doha.

(Maiores trunfos individuais: Pan: dois ouros em 2019, um na barra fixa e um no cavalo com alça)

- Lucas Bitencourt

Lucas não participou do Pan de Lima e chega ao Mundial em busca de finais na barra fixa. O ginasta pode ajudar o time brasileiro na conquista das disputas por equipe, repetindo o feito de 2015, quando participou do grupo que conquistou a vaga olímpica dos Jogos do Rio de Janeiro. 

SOLO

- Flávia Saraiva

Flávia é o xodó da torcida brasileira e pode prometer coisa boa nessa edição do Mundial de Ginástica Artística. No ano passado, em Doha, Flavinha terminou a competição na quinta posição, mesma colocação que alcançou nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.

Esse ano, a jovem de apenas 20 anos foi medalhista de bronze no Pan-Americano de Lima, no Peru. Para o Mundial da Alemanha, Flávia enfrenta as favoritas, e multi campeãs, Simone Biles e Jade Carey, dos Estados Unidos.

(Maiores trunfos individuais: Pan: bronze em 2019, no solo)

- Thaís Fidelis

Ginasta de apenas 18 anos, Thaís Fidelis entra no torneio de Stuttgart focando se classificar para a final do solo, podendo repetir o tento do Mundial de 2017, quando foi quarta colocada do solo e finalista geral. Thaís precisará superar as fortes adversárias, inclusive a compatriota Flávia Saraiva.

Thaís faz parte da nova safra de talentos da ginástica artística brasileira.

BARRAS PARALELAS

- Caio Souza

O ginasta de 26 é especialista e a esperança brasileira em dois aparelhos, nas barras paralelas e no salto, por isso será incluído nos dois tópicos.

Este ano, Caio precisou passar por uma cirurgia no pé e tentará finais apenas nas barras paralelas no Mundial da Alemanha. O campeão tentará repetir o tento do Pan-Americano, que lhe rendeu uma medalha de ouro e uma de bronze.

(Melhores trunfos individuais: Pan: ouro e prata em 2019, no individual geral e barras paralelas, respectivamente; bronze em 2015, no salto).

SALTO

- Caio Souza

Este ano, Caio precisou passar por uma cirurgia e não investirá no salto no Mundial da Alemanha.

- Jade Barbosa

A veterana Jade Barbosa não participou dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. Em Stuttgart, a ginasta entra em busca de bons resultados e vai se aliar à sua excelente bagagem para repetir o tento de 2017, na mesma cidade, quando conquistou a medalha de bronze no individual geral, em sua primeira competição disputando na categoria adulta.

Jade é referência para a modalidade no Brasil e sempre a esperança brasileira para conquistar medalhas.

(Melhores trunfos individuais: Mundial: bronze em 2007, no individual geral, e bronze em 2010, no salto; Pan: ouro em 2007, no salto).

- Letícia Costa

Letícia entra na competição para substituir Carolyne Pedro, que sofreu uma lesão às vésperas do Mundial. Aos 24 anos, a ginasta vai para o seu quarto Campeonato Mundial e pode surpreender com sua série.

BARRAS ASSIMÉTRICAS

- Lorrane Oliveira

Única especialista do time brasileiro na competição, Lorrane pode prometer coisa boa. A ginasta fez parte do time olímpico que participou do Rio 2016.

Lorrane ficou com a quarta colocação nas barras assimétricas no Pan-Americano de Lima, no Peru. Este será o único aparelho da atleta durante o Mundial.

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