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Brasil encerra ano com destaques olímpicos e medalhas inéditas

Com campanha histórica nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Time Brasil colocou em evidência atletas que conquistaram medalhas inéditas; confira as personalidades de 2021

Redação Publicado em 30/12/2021, às 17h00

Rebeca Andrade, medalhista de ouro em Tóquio - GettyImages
Rebeca Andrade, medalhista de ouro em Tóquio - GettyImages

O ano de 2021 marcou o auge de diversos atletas brasileiros, principalmente pela disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio, disputados entre julho e agosto. No início de dezembro, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) promoveu o Prêmio Brasil Olímpico, uma iniciativa que premia os destaques esportivos do ano.

Ouro nas Olimpíadas do Japão, Rebeca Andrade (Ginástica Artística) e Isaquias Queiroz (Canoagem) foram eleitos os destaques do esporte feminino e masculino, respectivamente, de 2021. Diante disso, o SportBuzz separou uma lista sobre os principais atletas do ano, com destaque nos competidores olímpicos. 

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REBECA ANDRADE

Destaque do esporte no ano, a ginasta Rebeca Andrade também fez história ao levar a primeira medalha de ouro no salto e a primeira medalha olímpica da modalidade, com a prata no individual geral. A atleta do Flamengo fez a melhor campanha do país em uma única edição dos Jogos. Em outubro, Rebeca conquistou a medalha de ouro no salto e a prata nas barras assimétricas no Mundial de Ginástica Artística de Kitakyushu, no Japão.

 
 
 
 
 
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RAYSSA LEAL

Conhecida como ‘Fadinha’, Rayssa Leal foi prata em Tóquio, no skate street, aos 13 anos – a brasileira mais jovem a conquistar uma medalha olímpica. Depois dos Jogos do Japão, ela ainda foi campeã das duas etapas do circuito mundial. Em novembro, Rayssa ficou com a segunda posição na grande final da Super Coroa do Mundial de Skate Street, atrás da conterrânea Pâmela Rosa.

Rayssa Leal, Prata em Tóquio (Crédito: GettyImages)

 

ANA MARCELA CUNHA

Ouro na Tóquio 2020, Ana Marcela Cunha se tornou a primeira brasileira a ser campeã olímpica na maratona aquática. Competidora de águas abertas desde os 14 anos, a baiana faturou o primeiro lugar do pódio em Tóquio com o tempo de 1h59min30s08. Hoje com 29 anos e dona de 11 medalhas em Campeonatos Mundiais, Ana Marcela Cunha foi eleita seis vezes a melhor do mundo na modalidade.

Ana Marcela Cunha, ouro em Tóquio (Crédito: GettyImages)

 

ISAQUIAS QUEIROZ

Na canoagem C1 1000m, Isaquias Queiroz sobrou na final que o garantiu o primeiro ouro olímpico do Brasil na modalidade. Antes de subir no lugar mais alto do pódio, o baiano havia conquistado três medalhas nos Jogos Olímpicos da Rio 2016: prata no C1 1000, prata no C2 1000 e bronze no C1 200.

Isaquias Queiroz, ouro em Tóquio (Crédito: GettyImages)

 

ÍTALO FERREIRA

O surfista Ítalo Ferreira conquistou o primeiro ouro da modalidade, que estreou nos Jogos Olímpicos em Tóquio, ao vencer o japonês Kanoa Igarashi. Após a disputa no Japão, o campeão olímpico esteve entre os cinco finalistas do Circuito Mundial de Surfe na briga pelo título, que seria faturado por Gabriel Medina.

Ítalo Ferreira, ouro em Tóquio (Crédito: GettyImages)

 

HEBERT CONCEIÇÃO

Hebert Conceição foi campeão no boxe, na categoria até 75kg, ao nocautear o ucraniano Oleksandr Khyzniak e virar a batalha contra o campeão mundial de 2017. Depois de perder os dois primeiros rounds, o baiano conseguiu um golpe para derrubar o rival e vencer a luta emocionante no terceiro assalto.

Hebert Conceição, ouro em Tóquio (Crédito: GettyImages)

 


 

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