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De aulas de culinária até viagem espacial: Confira as cláusulas mais bizarras em contratos dos jogadores

O mundo do futebol é agressivo e tudo precisa ser muito discutido, assim sendo, alguns pontos nada comuns acabam indo para o papel

Marcello Sapio Publicado em 03/08/2020, às 17h05

Veja as cláusulas mais bizarras em contratos dos jogadores
Veja as cláusulas mais bizarras em contratos dos jogadores - Getty Images

O mercado da bola é algo que movimenta bilhões de dólares a cada janela. Justamente por toda essa quantia, cada detalhe é muito debatido e analisado, seja pela parte do clube ou pelo jogador.

E justamente para que não haja nenhuma brecha ou falta de comunicação, as cláusulas existem para dar respaldo às partes.

Por isso, alguns acordos que foram para o papel acabam sendo para lá de incomuns, seja em times do exterior e até do Brasil.

O portal inglês The Sun apontou os exigências mais loucas do futebol, que vão desde aulas de culinária até uma possível viagem ao espaço.

AS CLÁUSULAS MAIS BIZARRAS EM CONTRATOS DOS JOGADORES

HONDA - BOTAFOGO

Honda fez alguns pedidos para assinar com o Botafogo (Crédito: Getty Images)

 

Começa a lista com a contratação do alvinegro carioca do meio-campista Honda. 

O japonês chegou no início desde ano após uma longa negociação e, com uma cultura totalmente diferente, algumas exigências foram colocadas no contrato.

A principal delas é a de que o Botafogo desse um carro blindado para o jogador poder circular pelas ruas do Rio de Janeiro em segurança. No final, o pedido fora aceito.

LEWANDOWSKI - REAL MADRID

Lewandowski não fechou com o Real Madrid por uma exigência do clube espanhol (Crédito: Getty Images)

 

Lewandowski é um dos principais jogadores da atualidade. Com mais de 50 gols nesta temporada, ele é apontado como um dos que ganharia a Bola de Ouro, nesta temporada, caso tivesse.

O polonês faz sucesso desde a época do Borussia Dortmund, no qual atraiu olhares de diversos times, mas o Bayern de Munique e o Real Madrid acabaram protagonizando a disputa pelo camisa 9.

Os espanhois ofereciam um salário atrativo, além de luvas milionárias, parecia o contrato dos sonhos, mas um fator fez com que "Lewa" optasse pelos bávaros.

Uma cláusula impedia que o jogador praticasse esportes considerados radicais, o que é um hobby de Lewandowski.

Entre as atividades proibidas, estavam esquiar, andar de parapente, escalada, andar de barco a motor e até andar de moto. O final da história todos conhecem.

GIUSEPPE REINA - ARMINIA BIELEFIELD

Reina tentou pedir alto, mas se deu mal (Crédito: Getty Images)

 

O Giuseppe Reina fechou com o Arminia Bielefeld, time humilde da Alemanha, e parecia que havia feito o contrato dos sonhos.

O atacante alemão colocou no contrato que o clube deveria construir uma casa por cada ano cumprido no clube, o que foi aceito.

O problema começa quando o atacante não especificou qual o tamanho da casa. Assim sendo, o Arminia "pregou uma peça" no jogador, dando uma casa de Lego pelos três anos seguintes.

Moral da história: Especifique sempre

FERNANDO REDONDO - SELEÇÃO DA ARGENTINA

Fernando Redondo fez sucesso no futebol europeu nos anos 90 e início dos anos 2000 (Crédito: Getty Images)

 

Este caso não envolve um time, em si, mas uma seleção: A da Argentina.

Nas vésperas da convocação para a Copa do Mundo de 1998, o gerente de futebol da AFA, Federação Argentina de Futebol, Daniel Passarella, havia decidido que não levaria atletas LGBT ou que usassem brincos ou cabelo comprido.

A medida, que é totalmente inaceitável nos dias de hoje, afetou o jogador Fernando Redondo, que tem passagens pelo Milan e pelo Real Madrid.

O atleta, que ostentava uma bela cabeleira, foi contra a imposição do gerente, que chegou a pedir para que ele cortasse o cabelo. Resultado: Redondo ficou de fora do elenco da Copa de 98.

 

ROLF-CHRISTEL GUIE-MIEN - FRANKFURT

O pedido causou polêmica e uma possível briga com a esposa (Crédito: Getty Images)

 

Quando o congolense foi para o Frankfurt, em 1999, ele pediu uma cláusula um tanto incomum.

O jogador havia pedido que o clube alemão pagasse aulas de culinária para a esposa dele.

Ainda não se sabe como a esposa reagiu ao pedido, mas uma coisa é certa: Uma "D.R" aconteceu entre os dois.

 

STEFAN SCHWARZ - SUNDERLAND

O sueco foi proibido pelo clube de ir ao espaço, acredite se quiser (Crédito: Getty Images)

 

O sueco se transferiu para o Sunderland, tradicional clube inglês, em 1999, e entra como uma das cláusulas mais bizarras da história, se não a mais.

O clube inglês proibiu que o atacante participasse de viagens, não para um país ou uma cidade, mas sim para o espaço. Isso mesmo, o espaço.

Isso porque John Flicking, executivo da Black Cats, tinha assegurado que conseguiu um lugar para uma viagem comercial ao espaço, programada para ocorrer em 2002.

Assim, o Sunderland colocou que não toleraria uma viagem do atacante para fora do Planeta Terra. 

Além da viagem espacial não acontecer, a passagem dele também não decolou, tendo um fim em 2003, ano do rebaixamento do time.


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