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Rubinho Barrichello revela: "Eu tinha a mais pura certeza de que seria campeão do mundo"

O corredor também contou como a morte de Ayrton Senna afetou sua carreira

Isabelly Cristaldo Publicado em 01/03/2020, às 11h40

Rubinho revelou sobre as expectativas que tinha
Rubinho revelou sobre as expectativas que tinha - GettyImages

Rubinho Barrichello participou do Grande Círculo, programa do SporTV e foi sincerão ao falar sobre sua carreira e vida pessoal.

"Eu tinha a mais pura certeza de que seria campeão do mundo, mas tudo aconteceu de forma diferente. Ficou um vazio enorme", revelou o piloto.

Barrichello também relembrou a época em que Ayrton Senna estava vivo e sobre ter sido colocado no posto de substituto.

Rubens falou sobre como sua carreira foi afetada pela morte do corredor:

“A morte dele foi a coisa mais difícil porque a gente estava lidando com o chefe, com alguém que era uma lenda. Se o Ayrton pudesse ter estado com a gente, minha carreira teria sido muito mais tranquila”, admitiu.

Ele continuou, falando sobre a esperança de ter sido campeão mundial.

“Quando ele se foi, meu carro não era bom, mas eu quis dizer ‘fiquem tranquilos porque tudo o que eu ganhei na vida, se Deus quiser, logo logo eu vou estar ganhando’. Eu tinha a mais pura certeza de que seria campeão do mundo, mas tudo aconteceu de forma diferente. Ficou um vazio enorme, eu tinha 22 anos”, completou.

Outro assunto foi o GP da Áustria 2002, quando Barrichello teve de deixar Michael Schumacher passar e vencer.

O dia do famoso "hoje não, hoje não, hoje sim!", que virou um dos bordões do jornalista Cléber Machado.

“Eu vi a corrida de novo várias vezes, você nota o Cléber indignado, igual ao povo brasileiro. Eu saí mal da corrida. Eu tive que ligar para o meu pai para falar o porquê disso. É dignidade, é princípio.O pessoal fala que eu sabia daquilo. Eu não sabia. O ano anterior, eu deixei passar de segundo para terceiro e eu desci do carro indignado, ninguém prestou atenção porque quem ganhou foi o Coulthard, e fui perguntar para o cara se fosse pela primeira posição”, contou Rubens.

Ele finalizou afirmando: “Ele me disse que se fosse para primeiro nunca me pediriam isso. Nunca me esqueci. A razão por eu ter deixado o Schumacher passar na última curva é porque até a penúltima eu estava decidido a não deixar ele passar”.


 

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