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Futebol » RESENHA

Ex-Corinthians revela convite para jogar pela Seleção Argentina e conta sua reação: “Negrão como eu, é suicídio”

Já aposentado, o atacante disse o quanto ficou feliz de receber a proposta de Pékerman, treinador dos hermanos na época

Pedro Ungheria Publicado em 20/05/2020, às 07h07

Craque recordou os tempos de ouro que viveu jogando com argentinos
Craque recordou os tempos de ouro que viveu jogando com argentinos - Instagram

O ex-atacante Ewerthon foi o mais recente convidado do Expediente Futebol, atração noturna da FoxSpots. Durante um bate-papo com os jornalistas do programa, o ex-Corinthians, Palmeiras e Atlético MG deu detalhes dos momentos prestigiosos que viveu na Europa.

Antes de marcar época no Borussia Dortmund, o brasileiro também teve passagens expressivas por outros clubes, como o Zaragoza, por exemplo.

Na época, acompanhado de uma leva considerável de argentinos, como Sávio, Álvaro, Diego e Gabriel Milito, Aimar, D’Alessandro, Ayala e outros, ele acabou chamando atenção do então treinador dos hermanos, José Pékerman.

"Na Espanha, fui muito feliz no Zaragoza. Joguei com Sávio, Álvaro, Diego Milito, Gabriel Milito, Aimar, D'Alessandro, Ayala, tínhamos um time muito bom e conseguimos fazer grandes temporadas. Eliminamos o Atlético (de Madrid), o Barcelona do Ronaldinho Gaúcho, Real Madrid galáctico também. Tive a felicidade de, depois do jogo, o (José) Pékerman (técnico da seleção argentina) veio conversar comigo. Se eu não tivesse jogado na Seleção Brasileira, ele queria que eu me naturalizasse argentino porque gostava da maneira que eu jogava. São frutos e ganhos que temos na carreira”, disse ele.

Ainda no assunto, o brasileiro afirmou que a felicidade tomou conta de seu coração na ocasião, afinal, não é comum um convite deste nível. Porém, o craque deixou claro o motivo que fez com que recusasse a proposta que recebeu do profissional argentino.

"Ele (Pékerman) comentou comigo depois do jogo, fez grandes elogios, e fez esse convite, mas eu falei assim: olha, um argentino jogar no Brasil, nunca vai ter problema. Agora, um jogador brasileiro jogar na seleção argentina, e ainda mais negrão como eu, é suicídio. Não dá não (risos)", finalizou.


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