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Vôlei / LIGA DAS NAÇÕES!

Zé Roberto elogia atuação de time renovado, mas prega cautela

Zé Roberto lamentou a derrota na grande final da Liga das Nações de vôlei feminino, mas reconheceu que o time fez um bom trabalho durante o torneio

Redação Publicado em 18/07/2022, às 10h06

Zé Roberto ao lado das jogadoras da Seleção Brasileira de vôlei - FIVB/Fotos Públicas
Zé Roberto ao lado das jogadoras da Seleção Brasileira de vôlei - FIVB/Fotos Públicas

Zé Roberto fez um trabalho e tanto renovando a Seleção Brasileira de vôlei feminino durante a disputa da Liga das Nações. Contando com um time que mesclou as veteranas com as novas promessas do esporte, a amarelinha chegou até a grande final da competição, contra a Itália, e acabou ficando com o segundo lugar e a medalha de prata no pescoço.

Perto de completar 20 anos no comando da seleção, Zé Roberto deixou bem claro, depois dos 3 sets a 0 neste domingo, 17, que muito ainda precisa ser feito para o resultado melhorar ainda mais nas próximas competições. Agora, o desafio é no Campeonato Mundial, que começa no dia 23 de setembro, na Holanda e na Polônia.

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"Jogo muito estranho, nenhum dos dois times conseguiu se colocar ao máximo, com erros em demasia, poucas defesas, poucos ralis. Acho que cometemos erros nos momentos decisivos do jogo, erros bobos. Não conseguimos incomodar a Itália, a não ser no terceiro set, no 20 a 20, com uma formação diferente", avaliou o treinador, que está de olho nas Olimpíadas de Paris 2024.

Na final da Liga das Nações, o Brasil jogou com três jogadores titulares que possuem menos de 22 anos, sendo a meio de rede Julia Kudiess, que tem 19 anos, a ponteira Julia Bergmann, de 21, e a oposta Kisy, de 22 anos. Essa mistura de idades e talentos diferentes é o que o comandante vem fazendo desde as primeiras convocações para esta temporada.

Zé Roberto comanda o Brasil na Liga das Nações
Zé Roberto comanda o Brasil na Liga das Nações (Crédito: FIVB/Fotos Públicas)

"O que fica é o que a gente construiu ao longo do campeonato. Triste pelo jogo, feliz pela geração que vem, pela luta e dedicação. Sabemos que temos que trabalhar muito para chegar no nível da Itália. Melhorar muito o sistema defensivo. Defendemos pouco e, contra elas, não pode. A defesa e o bloqueio precisam melhorar", finalizou o técnico brasileiro.


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