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Mais Esportes / JIU-JITSU

Faixa-preta da Fratres JJ destaca projetos sociais e apoio da equipe

Guerreiro de Gideão e Mulheres no Tatame utilizam o jiu-jitsu como ferramenta de inclusão social

Redação Publicado em 28/06/2023, às 08h03

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Jiu-jitsu é cada vez mais utilizado como ferramenta de inclusão - Divulgação
Jiu-jitsu é cada vez mais utilizado como ferramenta de inclusão - Divulgação

No início deste ano, o faixa-preta Silvano Silva, 41 anos, tomou uma decisão que viria a agregar, e muito, no seu trabalho, em especial com os projetos sociais Guerreiro de Gideão e Mulheres no Tatame, comandados por ele. Após ser convidado por Daniel Affini, líder da Fratres JJ, Silvano mudou de equipe e hoje, além dos projetos, é o responsável pela filial da Fratres em Embu das Artes, São Paulo.

Segundo Silvano Silva, a mudança não poderia ter sido melhor, muito por conta dos objetivos que ele e a Fratres JJ compartilham em comum: "A minha relação com a equipe começou há uns 5 meses. Conheci o trabalho do Daniel e fui convidado para fazer parte do time. Eu era da Gracie Barra, mas quando eu e o Daniel conversamos, as ideias bateram e parecia que a gente se conhecia há muito tempo. Fui muito bem acolhido! Temos os mesmos propósitos e de lá pra cá estamos colhendo os frutos", afirmou o faixa-preta, que completou:

"Eu já passei por grandes equipes, mas pelo fato de ser de projeto social, nunca me deslumbrei. Porém a essência familiar da Fratres é algo diferente, eles respeitam muito o trabalho dos professores, acreditam na gente, e isso é um diferencial. Sem falar que as metas, metodologias, objetivos, tudo bateu... Pela primeira vez em todo esse tempo de Jiu-Jitsu, senti vontade de vestir a camisa, defender a bandeira de uma equipe".

Faixa-preta de Jiu-Jitsu há quatro anos, Silvano Silva começou seu trabalho social bem antes. Com um histórico de formar campeões dentro e fora dos tatames, ainda nas faixas coloridas o paulista já dividia seus ensinamentos.

"O Guerreiro de Gideão completa 10 anos em 2023, atuamos com crianças carentes, enquanto o Mulheres no Tatame, que tem 3 anos, foi criado para dar oportunidade para mais mulheres conhecerem o Jiu-Jitsu, perder algum medo ou receio do esporte. Hoje eles são dos projetos sólidos, que participaram da minha formação como atleta, professor e homem".

Por fim, Silvano fez questão destacar mais uma vez sua escolha em integrar a Fratres JJ: "Estou muito feliz, de verdade, tendo o meu trabalho respeitado e com apoio para seguir crescendo. A Fratres fez me sentir abraçado e quero participar dessa construção com eles", encerrou.