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Com previsão de viver até os 2 anos, jovem com AME ganha medalha de ouro na bocha

Aos 19 anos, Gabriel Serafim, diagnosticado na infância com atrofia muscular espinhal, comemora conquistas

Redação Publicado em 04/06/2024, às 18h26

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Gabriel Serafim ao lado de sua mãe - Foto: Arquivo pessoal
Gabriel Serafim ao lado de sua mãe - Foto: Arquivo pessoal

Ainda bebê, Gabriel Serafim foi tido como alguém difícil de passar dos 2 anos de idade, sendo diagnosticado com atrofia muscular espinhal (AME), uma doença rara e degenerativa e na época sem nenhum medicamento.

Mas segundo Luiz Serafim, pai de Gabriel, morador de Valinhos, com “determinação, persistência e coragem”, o filho superou as previsões da medicina. Hoje, aos 19 anos, é calouro de letras na USP (Universidade de São Paulo) e atleta paralímpico, ganhador de uma medalha de ouro em competição nacional de bocha.

Reunida pelo apoio da família, a trajetória de Gabriel se dá por uma vontade enorme de viver e a ajuda da ciência. Uma união de fatores que traduz em um jovem autônomo, feliz e que sonha alto com os Jogos Paralímpicos de Los Angeles, em 2028.

Com a doença estabilizada desde 2017 e o apoio da família, Gabriel não teve dúvida: queria fazer faculdade. A escolha do curso veio no final do ensino médio. A decisão não demorou muito. Gabriel queria cursas letras e na melhor do país: a USP. Estudando de casa, o jovem passou a se dedicar ao concorrido vestibular da Fuvest: “Passei o último semestre do ano passado fazendo provas anteriores, vendo umas aulas na internet, assim, me preparando para a prova.”, diz Gabriel.