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ESQUENTA PARA TÓQUIO: Confira alguns recordes que o Brasil pode bater nos Jogos Olímpicos de Tóquio

As Olimpíadas deveriam ocorrer em 2020, mas devido à pandemia da Covid-19, os jogos foram remarcados para julho de 2021

Redação Publicado em 08/04/2021, às 14h00

Thiago Braz em salto com vara
Thiago Braz em salto com vara - Getty Images

Devido à pandemia do novo coronavírus que assolou o mundo em 2020, a preparação para as Olimpíadas teve que se prolongar e, consequentemente, o evento teve que ser adiado. Remarcado para acontecer entre os dias 23 de julho e 8 de agosto, os representantes de cada país retomaram as preparações.

Para os Jogos Olímpicos de Tóquio, o Brasil soma 199 vagas e deve, como sempre, aparecer no pelotão de cima do quadro de medalhas do torneio. Sendo forte candidato ao ouro em algumas das modalidades, o Brasil tem grandes chances de conseguir não só medalhas, mas alguns recordes também. Confira alguns deles.

 

1. Natação - Revezamento 4x200 Livre

O Brasil conta com bons atletas para tentar buscar o ouro e o recorde mundial nessa modalidade. Em 2018, o quarteto Luiz Altamir, Fernando Scheffer, Leonardo Santos e Breno Correia bateram o recorde mundial de 4x200 livre de piscina curta. Com uma prova de altíssima intensidade no Mundial de piscina curta, o recorde, que era de 6:49.04, passou a ser 6:46.81. 

Em 2019, nos jogos Pan-Americanos de Lima, o quarteto teve apenas uma mudança. Saiu Leonardo Santos, para a entrada de João de Lucca. Em outra prova que os brasileiros não eram considerados favoritos, eles conquistaram mais um ouro. Agora com prova na piscina normal, o tempo em relação ao ano anterior subiu um pouco, mas ainda assim foi suficiente para bater o recorde Pan-Americano, que antes era 7:11.15, agora é 7:10.60. 

Para bater o recorde olímpico, o quarteto terá que diminuir ainda mais esse tempo e terá que conseguir fazer em menos que 6:58.56, que é o recorde atual.

2. Surfe

Outra modalidade que o Brasil pode ser até favorito à medalha de ouro, é no surfe. Como é a primeira vez da modalidade nas olimpíadas, é natural que todos os vencedores estipulem o recorde olímpico, para que, a partir dos próximos Jogos Olímpicos, outros tentem bater. 

Mas contando que entre os surfistas brasileiros, estão Ítalo Ferreira, campeão mundial em 2019, e Gabriel Medina, bicampeão mundial, em 2014 e 2018. Com isso, é de se esperar que a medalha de ouro e possíveis recordes venham para o Brasil.

3. Salto com vara

Nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, o brasileiro Thiago Braz e o francês Renaud Lavillenie proporcionaram uma disputa de medalha de ouro de encher os olhos. O francês até então detentor dos recordes mundial (6,16m) e olímpico (5,97) obrigou o brasileiro a se superar para garantir a medalha. 

Após Thiago saltar 5,85m, Lavillenie aumentou o sarrafo e saltou 5,98m. Ali já bateu seu próprio recorde e, consequentemente, o recorde olímpico. Para continuar na disputa, o brasileiro arriscou tudo e ao invés de pular a mesma altura do francês, ele aumentou ainda mais a altura e pulou incríveis 6,03m, conquistando a medalha de ouro e o recorde olímpico.


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