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Bolada! Brasileiro que conquistar o ouro nas Olimpíadas vai receber mais de R$ 200 mil; saiba mais!

COB decidiu aumentar o prêmio para o dono da medalha de ouro nas Olimpíadas, e agora ele é sete vezes maior que o anterior

Redação Publicado em 24/06/2021, às 10h27

Medalha de ouro das Olimpíadas - GettyImages
Medalha de ouro das Olimpíadas - GettyImages

Se conquistar a medalha de ouro em uma Olimpíada já tem uma importância imensa apenas pelo significado que ela tem para a carreira dos atletas, uma boa premiação junto a isso deixa a expectativa ainda maior.

Por conta disso, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou aos atletas que disputarão as Olimpíadas que o um lugar no pódio pode render uma premiação extra de até R$ 250 mil, dependendo da cor da medalha, e da posição.

O que surpreende é que esse valor é sete vezes maior se formos comparar com o que foi pago na última edição dos Jogos Olimpícos, no Rio, em 2016, quando o bônus era de até R$ 35 mil para todos os medalhistas, independentemente se fosse de ouro, prata ou bronze.

Dessa forma, os atletas campeões olímpicos nas modalidades individuais serão premiados em R$ 250 mil. A recompensa pela medalha de prata será de R$ 150 mil e pelo bronze, de R$ 100 mil.

Equipes contendo até seis atletas terão os seguintes valores para dividir: R$ 500 mil no caso do ouro, R$ 300 mil para a prata, e R$ 200 mil para o bronze. Já os atletas das modalidades coletivas receberão R$ 750 mil para o ouro, R$ 450 mil para a prata e R$ 300 mil para o bronze. 

Atletas com medalhas em mais de uma prova vão acumulando os valores, recebendo por conquista. Vale lembrar que no caso das modalidades coletivas, esses valores da premiação serão divididos entre todos.

"Essa premiação é uma homenagem e um reconhecimento ao trabalho dos atletas, os principais protagonistas do movimento olímpico. A premiação é fundamentada em um dos nossos pilares: a meritocracia", disse o presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira.

Essa mudança aconteceu, entre outros motivos, porque a meta do comitê é superar em Tóquio, a quantidade de medalhas conquistadas na Rio-2016. Na oportunidade, o país ficou na 13ª posição geral, somando 19 pódios, sendo sete de ouro, seis de prata e seis de bronze.

No entanto, a entidade evita falar em um número exato de medalhas conquistadas, como aconteceu em edições anteriores dos Jogos Olímpicos. O Time Brasil terá no Japão cerca de 300 atletas, sendo que 272 já estão com suas vagas confirmadas.

Ao contrário dos Jogos do Rio, quando a premiação foi paga diretamente por empresas que patrocinavam a Olimpíada e o COB, agora a verba vem de recursos privados do comitê, que não inclui os repasses de 1,7% do valor apostado em todas as loterias federais do País.

Mesmo com esse importante, e considerável aumento na premiação, o Brasil ainda está distante da realidade financeira dos principais países da Europa.

O Comitê Olímpico Italiano, por exemplo, anunciou semana passada que em Tóquio, a medalha de bronze valerá um prêmio de € 60 mil, cerca de R$ 360 mil, a de prata será de € 90 mil, cerca de R$ 540 mil, e a de ouro renderá € 180 mil, cerca de R$ 1 milhão.

"A premiação aos atletas só foi possível graças à contenção de gastos e ao saneamento financeiro implementados pelo COB. Além disso, mesmo diante de um cenário inédito e desafiador por causa da pandemia, fechamos novos contratos de patrocínio, que foram fundamentais para colocarmos em prática esta ação", contou o diretor geral do COB, Rogério Sampaio.

Com todas as medalhas definidas, a premiação deve ser entregue aos atletas até o fim do ano, no Prêmio Brasil Olímpico. O incentivo é válido também para os Jogos Olímpicos de Inverno Pequim 2022.




 

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