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Testeira

30 de julho de 2020 ou 11 de agosto de 2016?

Mayra, Phelps, Biles... Estes foram os nomes que marcaram o sexto dia dos Jogos do Rio

Gisèle de Oliveira Publicado em 30/07/2020, às 10h00

Mayra foi para os braços da galera após conquistar o bronze
Mayra foi para os braços da galera após conquistar o bronze - Julian Finney/GettyImages

E chegamos ao sexto dia da Olimpíada do Rio... ô, saudade daquele 11 de agosto de 2016, quando ganhamos mais uma medalha nos tatames e vimos dois gigantes do esporte, um deles medindo apenas 1.42m, fazendo história em terras brasileiras.

Bronze para Mayrão
Quando começou sua caminhada rumo a uma medalha, Mayra Aguiar deixou claro qual era o seu alvo. Cabeça de chave, ela passou com determinação por suas adversárias nas oitavas e quartas de final. Mas foi superada pela francesa Audrey Tcheumeo na semifinal, luta que reeditou a decisão do Mundial de 2014, vencida pela brasileira na ocasião. A gaúcha então teve de superar a decepção de não poder lutar pelo ouro e focar na briga pelo bronze. Com um yuko logo no início do combate diante da cubana Yalenis Castillo, Mayra garantiu a medalha de bronze da categoria meio-pesado (até 78kg), repetindo o resultado de quatro anos atrás, em Londres.

O dono da coisa toda...
Se tem uma coisa da qual Michael Phelps nunca se cansou, foi de superar marcas dentro da piscina. Não bastasse já ser o maior medalhista da história dos Jogos, o norte-americano foi lá e se tornou o primeiro nadador tetracampeão olímpico na mesma prova individual, os 200m medley. O feito tocou o sempre contido Phelps, que deixou as emoções falarem mais alto e não conteve as lágrimas. “Todos os dias estou experimentando o sonho se tornar realidade. Quando criança, queria fazer algo que ninguém havia feito ainda, e estou gostando. Ser capaz de me despedir enquanto estou ganhando é algo muito especial para mim, e é por isso que vocês estão me vendo cada vez mais emotivo no pódio”, falou ele na época.

Uma gigante de 1.42m
Simone Biles não apenas ganhou o ouro no individual geral da ginástica artística, ela o fez com a maior diferença de pontuação na história dos Jogos Olímpicos. A norte-americana registou um total de 62.198 pontos, 2.100 a mais que a segunda colocada, sua compatriota Alexandra Raisman. A russa Aliya Mustafina completou o pódio. Esta foi a primeira medalha dourada individual de Simone nos Jogos. Muitos acreditam que ela pode se tornar a maior ginasta de todos os tempos. “Alguns podem dizer que sou melhor, outros dizem que não. Eu fico fora dessa discussão, digo ‘é o que é’. Apenas faço a minha ginástica”, disse ela no Rio.

Suspeita de bomba no basquete
Uma mochila deixada perto de uma das entradas da Arena Carioca 1 levantou a suspeita de um atentado a bomba e fez a partida entre Nigéria e Espanha, válida pela terceira rodada do basquete, começar sem a presença de público. Um robô do esquadrão antibombas foi levado ao local e detonou o objeto abandonado. A explosão pôde ser ouvida dentro do ginásio. Sem saber o que acontecia do lado de fora, os espanhóis venceram os nigerianos por 96 a 87, e chegaram a pensar que as pessoas não queriam assistir ao seu jogo. “Quando o jogo começou e não tinha ninguém, achei que ninguém queria nos ver. Não sabíamos de nada, não fomos informados”, comentou Pau Gasol, astro da seleção espanhola, na ocasião.

 

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