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Zagueiro do Fluminense quebra o silêncio sobre renovação

Nino, zagueiro do Fluminense, abriu o jogo sobre a possibilidade de renovar com o Tricolor

Redação Publicado em 30/04/2021, às 16h04 - Atualizado às 17h03

Nino, zagueiro destaque do Tricolor, comentou sobre seu futuro no Fluminense
Nino, zagueiro destaque do Tricolor, comentou sobre seu futuro no Fluminense - Mailson Santana/Fluminense

Um dos grandes destaques do Fluminenseneste início de temporada, Nino ainda não tem futuro definido no Tricolor. O zagueiro tem contrato com a equipe carioca até o final de 2022, porém as conversas estão em andamento e o defensor confia em sua continuidade na equipe. 

Em entrevista coletiva, Nino comentou sobre a possibilidade de estender seu vínculo com a equipe carioca. Segundo o zagueiro do Fluminense, a renovação está em pauta e existe um interesse das duas partes para dar sequência a relação entre ambos. 

"É um interesse mútuo a renovação. Tenho uma relação muito boa com a diretoria e o presidente. São pessoas que sempre me mostraram tranquilidade para trabalhar, transparência e responsabilidade. Temos conversado, é um desejo meu. Sou feliz no clube, adaptado, identificado. Se tudo der certo o mais rápido possível faremos. Não quero que meu contrato acabe sem uma renovação", afirmou. 

Vale ressaltar, que o Nino completou 100 jogos com a camisa do Fluminense na última rodada da Libertadores, quando o Tricolor venceu o Santa Fé. O zagueiro comentou em relação a essa marca importante que conquistou pelo Tricolor e demonstrou felicidade em bater essa meta. 

"É um prazer e felicidade imensa completar 100 jogos por muitas questões. Pela dificuldade de chegar ao Fluminense e realizar esse sonho. É difícil um jogador chegar a esse nível. Tudo que eu passei no clube, as dificuldades, a felicidade por terem investido em mim e realizado a compra. Torna-se muito especial e sou muito grato a essa marca", começou. 

Ele ainda continuou dizendo que: "Sabemos o quanto é difícil se manter em um clube desse tamanho e atingir essa marca. Costumo falar que o futebol brasileiro é uma máquina de triturar gente. Muitas vezes nós somos tratados como coisas, em um jogo prestamos e em outro não. Talvez isso explique a cultura de demitir e contratar tantos treinadores tão cedo".


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