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Testeira

Especulado no Corinthians e Santos, Vina abre o jogo sobre futuro no Ceará e revela oferta do Fortaleza

Meio-campista chegou a ter uma conversas com Rogério Ceni e quase atuou pelo Leão de Pici em 2018

Redação Publicado em 08/01/2021, às 16h06 - Atualizado às 16h59

Vina em ação pelo Ceará
Vina em ação pelo Ceará - GettyImages

Vina está vivendo a melhor fase de sua carreira. Aos 29 anos de idade e com muita bagagem, o meia-atacante já defendeu as cores de diversas equipes brasileiras antes de se firmar no Ceará. Com 18 gols na temporada e sendo destaque no Brasileirão, o meia atrai interesse de Internacional, Corinthians e Santos.

Em entrevista ao site Globo Esporte, o jogador deu maiores detalhes em relação ao seu futuro em 2021. Apesar de ter contrato até o final deste ano, Vina deixa claro que tem preferência por atuar fora do país, mas avisa que não recebeu nenhuma proposta oficial até então.  

 "Nada oficial. Tenho contrato até o fim do ano. Minha preferência, óbvio, é terminar, pelo menos, o Campeonato Brasileiro aqui. Deixei bem claro para a diretoria. A gente é sempre muito franco. Essa honestidade, esse caráter, isso é fundamental. Dinheiro nenhum compra", disse. 

Ele ainda continuou: "A gente sabe que, a partir do momento que se destaca dentro de campo, várias coisas surgem. Sempre deixei claro que tenho 29 anos e vontade de jogar fora do país. Estou muito feliz aqui, com tudo o que tenho vivido. Isso pesa bastante nas minhas decisões". 

Em relação a possibilidade de permanecer no Ceará, o meio-campista revelou que existe a chance. Mesmo sem existir um acerto oficial entre as partes, Vina também disse que pretende dar o seu melhor para, quem sabe, colocar o Vôzão na próxima Libertadores. 

"Estou conversando com a diretoria para quem sabe estender meu contrato aqui. O futuro a Deus pertence. Hoje tenho pés no chão. Vivo o momento, jogo a jogo. Quero colocar o clube na melhor colocação, quem sabe na Sul-Americana, pré-Libertadores, Libertadores, que é o sonho de todos aqui", relatou. 

Outro ponto abordado pelo meia-atacante foi a chance de jogar no Fortaleza. Em relação a esse assunto, o jogador afirmou que esteve perto de vestir a camisa do Leão de Pici e, por pouco, isso não chegou a acontecer. No entanto, deixou claro que seria difícil defender as cores do maior rival do Võzão.

"Sim. Quando eu estava saindo do Bahia, em 2018, tive contato com diretores do Fortaleza. Na época, quase vim. Tive outras propostas. Acabei indo para o Atlético-MG. Quando viram que eu acertei com o Ceará, me dedicaram boa sorte, mesmo vindo para o rival. Falaram que o que eu precisasse aqui na capital do Ceará eu poderia perguntar para eles. Então isso acho muito bacana. Mas jogar... É difícil". 

Ele ainda seguiu: "Sou um cara que só joguei em três da minha cidade (Paraná, Coritiba e Athletico). Eu incorporo muito o time que eu visto. Talvez isso para o rival, para a torcida, às vezes ficam chateados. Eu tenho respeito pelo Fortaleza, sei da grandeza do Fortaleza. Um clube que vem crescendo como o Ceará. Hoje só me vejo vestindo branco e preto".


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