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Conheça a origem dos distintivos das três principais equipes do Espírito Santo

Saiba como surgiram os nomes e os emblemas dos principais times capixabas

José Renato Publicado em 08/07/2021, às 14h01 - Atualizado às 15h37

Escudo dos principais times do Espírito Santo - Getty Images/ Divulgação
Escudo dos principais times do Espírito Santo - Getty Images/ Divulgação

DESPORTIVA

A Associação Desportiva Ferroviária Vale do Rio Doce foi fundada em 17 de junho de 1963, como resultado da fusão de A. A. Vale do Rio Doce, Ferroviário S. C., Cauê, E. C. Guarany, A. E. Valeriodoce e Cruzeiro F. C., times formados por ferroviários da Vale do Rio Doce. Porém, com a privatização da Vale do Rio Doce, todo apoio financeiro que a empresa oferecia foi retirado.

Assim, após três anos, em 19 de abril de 1999, a Desportiva Ferroviária vendeu parte de suas ações, tornando-se um clube-empresa e adotando o novo nome: Desportiva Capixaba.

No começo de 2011, após diversos problemas, a equipe voltou a ser controlada apenas pela Desportiva Ferroviária.

RIO BRANCO

O Rio Branco, um dos mais tradicionais times do futebol capixaba, nem sempre teve esse nome. Fundado por jovens que pretendiam destacar suas características no nome da nova equipe, nasceu chamando-se Juventude e Vigor. No entanto, o nome não vingou e, após um ano, a equipe passou a ser conhecida como Rio Branco, em homenagem ao barão de Rio Branco.

As cores também mudaram. Inicialmente destacavam-se o verde e o amarelo no distintivo. Porém, por uma questão de “lavagem” (sempre que o uniforme era lavado as cores desbotavam), a solução foi adotar o preto e o branco, cores de uma das primeiras equipes do estado, o Sul-América, cuja grande parte dos jogadores participou da fundação do Rio Branco.

ATLÉTICO COLATINENSE

Fundado em 2006, o alvinegro Atlético Colatinense veio preencher um espaço que ficara vazio desde que a tradicional Associação Atlética Colatina, que até chegou a participar de Campeonatos Brasileiros, encerrou suas atividades.

No escudo do Colatinense, uma visão panorâmica da cidade. Em primeiro plano, a ponte Florentino Avidos, que liga as regiões norte e sul da cidade, cortada pelo rio Doce, um dos maiores rios do Sudeste brasileiro.

Ao fundo, o Cristo Redentor, que fica no bairro Bela Vista e tem 35,5 metros, sendo considerado o segundo maior Cristo do Brasil, atrás apenas do Cristo Redentor do Rio de Janeiro.

 

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