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Ucrânia: Shevchenko, Neymar e personalidades lamentam guerra

Shevchenko, ex-atacante e técnico da Seleção Ucraniana pediu apoio, dizendo que toda a sua família está em perigo após a invasão russa na Ucrânia

Redação Publicado em 25/02/2022, às 08h32

Shevchenko, treinador da Ucrânia que lamentou a guerra com a Rússia - GettyImages
Shevchenko, treinador da Ucrânia que lamentou a guerra com a Rússia - GettyImages

Principal ídolo esportivo da Ucrânia, Andriy Shevchenko publicou nesta quinta-feira, 24, um texto pedindo apoio ao seu país. Além dos jogadores brasileiros que estão por lá, em meio a guerra com a Rússia, outras personalidades do esporte se manifestaram nas redes sociais lamentando todo o caos e tristeza que os ucranianos estão vivendo.

"Meu povo e minha família estão em perigo. A Ucrânia e seu povo querem paz e integridade territorial. Por favor, peço a você que apoie nosso país e exorte o governo russo a parar com sua agressão e violação do direito internacional. Queremos apenas paz. A guerra não é necessária. Guerra não é a resposta", disse Shevchenko, ex-atacante e técnico da Seleção Ucraniana

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Além dele, Neymar Jr. também utilizou suas redes sociais para comentar os ataques mandados pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin. O atacante do PSG publicou um story no "Instagram" dando apoio aos jogadores brasileiros que atuam na Ucrânia, além de republicar o vídeo divulgado por David Neres, do Shakhtar Donetsk.

"Orando por todos vocês", escreveu o jogador.

Também peça do elenco do PSG, o zagueiro Sergio Ramos pediu o fim dos ataques: "Na Ucrânia, mais de 7,5 milhões de crianças estão em risco. O cessar-fogo deve ser imediato", escreveu o jogador em suas redes sociais, assim como Rodrygo, do Real Madrid, que publicou uma mensagem de apoio ao povo ucraniano e aos brasileiros que vivem lá.

Shevchenko comenta guerra entre Ucrânia e Rússia
Shevchenko comenta guerra entre Ucrânia e Rússia (Crédito: GettyImages)

 

O conflito

A crise envolvendo Rússia e a Ucrânia teve início quando os russos começaram a acumular militares em regiões próximas da fronteira entre os dois países, já no fim de 2021. De início, os russos negaram qualquer boato de que pretendiam invadir o país. No entanto, no dia 21 de fevereiro, o presidente Vladimir Putin mudou sua postura e discurso.

Pouco depois do anúncio feito por Putin, ordenando a invasão durante a madrugada, surgiram relatos na imprensa de sons de explosões e artilharia nas cidades ucranianas de Kharkiv e Kiev, entre outras. Para se ter uma ideia, centros de comando militar nas duas cidades foram atacados com mísseis, segundo informou uma fonte do Ministério do Interior a um site ucraniano. 


 

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