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Futebol » FUTEBOL FEMININO

Sem mulheres na delegação, CBF apresenta à Uefa projeto para sediar a Copa do Mundo feminina de 2023; entidade se explica

De acordo com a Confederação, ausência de mulheres representantes se justifica por se tratar de uma vista técnica apenas com responsável pela elaboração do projeto

Gabriela Santos Publicado em 03/03/2020, às 10h14

Seleção dos Estados Unidos venceu a última Copa do Mundo feminina, na França
Seleção dos Estados Unidos venceu a última Copa do Mundo feminina, na França - GettyImages

Nesta segunda-feira, uma publicação chamou atenção nas redes sociais. No Twitter, o jornalista Tariq Panja, do New York Times, apontou que a delegação que a Confederação Brasileira de Futebol levou à Uefa para apresentar o projeto para sediar a Copa do Mundo feminina de 2023 não contou com nenhuma mulher.

Diante do caso, a CBF se justificou ao Globo Esporte informando que a visita à entidade europeia se trata apenas de uma apresentação técnica. Cada país interessado tem apenas 10 minutos para apresentar o livro de intenções para abrigar o Mundial feminino. Representando o Brasil, estavam Ricardo Trade, responsável pelo projeto e que também quem esteve à frente da Copa de 2014 e da Rio 2016, e André Megale, diretor de Compliance da entidade.

Pia Sundhage, técnica da Seleção Brasileira, também iria à reunião, mas não esteve presente por conta do Torneio da França. No entanto, a comandante sueca gravou um vídeo para a visita, assim como Marta. O vice-presidente da CBF, Fernando Sarney, também esteve presente, mas foi como membro do conselho da Fifa.

A sede será anunciada depois da votação do conselho da Fifa. A princípio, o país seria divulgado no mês de maio, mas pode ser postergada para junho. Caso o Brasil vença a candidatura, serão ao menos sete mulheres trabalhando diretamente na execução do projeto, sendo maioria, além de personalidades que serão partícipes da divulgação.

De acordo com Tariq, outros países também tiveram predomínio de homens na delegação. O jornalista aponta que as japonesas foram maioria com duas mulheres e um homem. Pela Austrália/Nova Zelândia foram dois homens e uma mulher. E a Colômbia levou um homem.

A união Austrália/ Nova Zelândia é o candidato mais forte na disputa com o Brasil, após a saída das Coreias. A realização da Copa do Mundo de 2014 conta como vantagem para o país. Agora, o Brasil fará uma visita de apresentação à Conmebol. Essas reuniões com as Federações busca assegurar votos no conselho da Fifa para a candidatura.


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