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Longe da Seleção Brasileira, Marinho fala sobre naturalização: "Sem dúvidas aceitaria"

Atacante do Santos nunca recebeu uma oportunidade com Tite

Redação Publicado em 26/07/2021, às 17h06 - Atualizado às 17h15

Em entrevista, jogador afirmou que aceitaria defender outra seleção - Getty Images
Em entrevista, jogador afirmou que aceitaria defender outra seleção - Getty Images

Em entrevista ao canal “Flow Podcast”, do Youtube, Marinho, atacante do Santos, falou abertamente sobre sua vontade de defender a seleção brasileira e que estaria disposto a jogar pela seleção de outros países caso fosse chamado.

O camisa 11 do Peixe foi eleito o melhor jogador da última Libertadores da América, cujo o alvinegro foi vice-campeão, com Marinho sendo fundamental na campanha da equipe. Mesmo assim, o jogador não recebeu uma oportunidade com o técnico Tite para defender a amarelinha.

“Sem dúvidas (aceitaria). Eu falo que sempre é uma vontade defender uma seleção do meu país. Não sei se é meu jeito de brincar e se sou levado a sério. Talvez se mudasse um pouco minha maneira de agir para os caras ver que eu sou profissional também. Eu acredito que têm várias coisas que conta (para convocação). Meu maior sonho é vestir a camisa da seleção brasileira. Depois do que aconteceu no Santos, sendo o melhor jogador da Libertadores, da América, vice-artilheiro do Brasileirão… Você vê as convocações e não ir, desanima. Mas o Brasil tem muito jogadores bons, e eu continuo acreditando”, afirmou o jogador.

 

 

Marinho ainda citou o exemplo de Rafael Tolói, ex-zagueiro do São Paulo com quem já atuou junto na seleção sub-20 e que, recentemente, se sagrou campeão da Eurocopa com a Itália. Ele afirmou que um caso como esses (de optar por defender outra seleção), não significa gostar menos do Brasil, mas uma oportunidade de carreira.

“Se chegarem e falarem: ‘Quero te dar naturalização para defender nosso país’. É um sonho vestir uma camisa de seleção, e vem uma de fora… Como o Rafael Tolói que foi campeão da Euro com a Itália. É questão de oportunidade e carreira. Se tiver a oportunidade e falarem ‘vem’, minha prioridade seria o meu país, mas seria o maior barato. Não significa que você não gosta do seu país. Creio que o treinador olha e, para ele, os melhores são os que ele leva”, acrescentou.

 

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