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Futebol / CASO ROBSON

Robson Oliveira chega ao Brasil após mais de dois anos detido na Rússia

Ex-motorista de volante Fernando volta ao país após liberação do governo russo e é recepcionado por família e amigos

Redação Publicado em 05/05/2021, às 20h44 - Atualizado às 20h45

Robson Oliveira chega ao Brasil após mais de dois anos detido na Rússia - Alan Santos/PR/Fotos Públicas
Robson Oliveira chega ao Brasil após mais de dois anos detido na Rússia - Alan Santos/PR/Fotos Públicas

Após dois anos preso na Rússia, Robson Nascimento de Oliveira chegou ao Brasil nesta quarta-feira, 5. O ex-motorista do volante Fernando, do Beijing Guoan, desembarcou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, por volta das 19h30 (de Brasília).

O ex-funcionário do jogador foi recebido por sua mãe, Dona Vanda, de 74 anos, e um de seus filhos, Robson Júnior, e alguns amigos. Os familiares estavam acompanhados do advogado Olímpio Soares. Membros do motoclube “Prisioneiro da Liberdade”, do qual é vice-presidente, também compareceram no aeroporto.

Robson ainda foi recepcionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que anunciou a volta do ex-motorista ao Brasil após a confirmação do advogado Pavel Gerasimov, que representa o brasileiro na Rússia.

A liberação de Robson era aguardada desde o mês passado e dependia da assinatura do presidente russo Vladimir Putin para ser confirmada. O pedido de soltura passou por uma comissão regional e pelo prefeito de Moscou antes de passar por Putin. O motorista deve chegar ao Brasil na próxima quinta-feira, 6.

Robson foi preso em março de 2019, quando Fernando jogava pelo Spartak Moscou, da Rússia. Ele havia sido contratado para ser motorista do volante e levava para o país medicamentos solicitados pelo sogro do jogador, Willian Farias. No entanto, o remédio era proibido na Rússia e Robson foi preso sob a acusação de tráfico de drogas. O ex-motorista alega que não sabia que o medicamento, Mytedom 10mg (cloridrato de metadona), era ilegal.

O caso tornou conhecido do público em abril daquele ano, em reportagem exibida pelo Esporte Espetacular, programa da Rede Globo. Cristiane Teixeira, ex-funcionária de Fernando, afirmou que o jogador sabia que o medicamento era proibido na Rússia. No entanto, não teria dado amparo ao ex-motorista.

Imagens compartilhadas pela repórter Gabriela Moreira, da TV Globo:


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