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Presidente do Cruzeiro abre o jogo sobre reforços e objetivo para Série B

De olho na disputa da Série B, o Cruzeiro tenta encontrar o melhor elenco para 2021

Redação Publicado em 18/05/2021, às 14h14

Presidente do Cruzeiro já está de olho na Série B - Bruno Haddad / Cruzeiro / Fotos Públicas
Presidente do Cruzeiro já está de olho na Série B - Bruno Haddad / Cruzeiro / Fotos Públicas
Vivendo momento de incerteza sobre a temporada, o Cruzeiro tenta passar tranquilidade aos torcedores. Ainda com especulações sobre a chegada de reforços, a equipe deve contar com algumas mudanças no elenco antes do início da Série B.
 
Para prestar esclarecimentos aos torcedores, Sérgio Santos Rodrigues, presidente da Raposa, decidiu abrir o jogo sobre a procura da diretoria pela chegada de reforços. Segundo ele, muitas opiniões são dadas sem o conhecimento sobre futebol.
 
 
Muita gente comenta futebol sem conhecer futebol. Às vezes fala, ‘ah, no Cruzeiro está faltando um camisa 10’. Mas no estilo de jogo dele (Conceição) não tem camisa 10. O Felipe joga no 4-3-3, com um volante fixo e dois volantes batendo e voltando o tempo inteiro", iniciou o mandatário do Cruzeiro em entrevista ao canal “Clube Ligados”.
 
Ele prefere jogadores de intensidade, igual a gente fala, que corram muito, que cheguem e façam o gol, e voltem para marcar, do que você ter um camisa criativo. Então, são perfis diferentes de estilo de jogo. E joga como a gente quer, com posse de bola, atacando muito”, completou.

PROJEÇÃO DA SÉRIE B

 
Questionado sobre a participação do Cruzeiro na disputa da Série B, o dirigente afirmou que a equipe precisa ser competitiva para conquistar o acesso. Além disso, o mandatário ainda elogiou o trabalho realizado por Felipe Conceição.
 
Parece que a palavra é boba, mas é a competitividade. Isso, hoje, como que a gente mede no futebol? Como eu disse, os números não mentem. Hoje, no time, a gente tem que ter pelo menos uns cinco ou seis atletas correndo de 10km pra cima para você falar que houve essa competitividade”, falou Sérgio Santos, que emendou:
 
E quem gosta de analisar isso, que veja os nossos números no ano passado. Vão ver que em até alguns jogos que a gente perdeu em casa, em que a torcida ficava revoltada, ‘ah, não pode perder para time tal, não pode jogar desse jeito, vinha aqui e massacrava a gente’, a gente via isso, essa falta de competitividade. Isso é uma coisa que o estilo do Felipe mudou muito”.

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