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Futebol / VAI INVESTIR?

Presidente da La Liga impõe condições para criação de liga brasileira

O presidente da La Liga, Javier Tebas, deixou em aberto a possibilidade de investir na criação de uma liga brasileira de futebol, mas cobrou mudanças

Redação Publicado em 16/03/2022, às 10h11

Presidente da La Liga fala sobre criação de liga brasileira - Getty Images
Presidente da La Liga fala sobre criação de liga brasileira - Getty Images

Nesta quarta-feira, 16, o presidente da La Liga, Javier Tebas foi a público e comentou sobre uma possível criação de uma liga brasileira. Além de ser o responsável por gerir o Campeonato Espanhol a novo anos, Tebas também é a referência de um grupo empresarial que quer gerir uma Liga Brasileira de Futebol.

Em entrevista ao "GE" e mesmo com vontade de fazer acontecer, o advogado fez algumas exigências e pedidos como condições para qu eo negócio pudesse ser feito. Em uma delas, o presidente deixou claro que a mudança na forma de gestão é necessária. O investimento é visto por ele como "único" e existe uma grande motivação.

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"O que eu disse a eles (dirigentes) é que temos uma oportunidade única no mundo. Há fundos que querem investir em competições, há uma disrupção no âmbito digital e, se você não está inserido, vai ficar para trás. O futebol brasileiro tem que se dar conta, eleger qual modelo quer para chegar a estar nessa tendência de crescimento. Sozinho não vai vir. E, se seguir igual, não vai vir. Isso é claro", comentou.

Segundo o presidente, o futebol brasileiro está entre as cinco maiores ligas de todo o mundo, mas a postura adotada faz com que a credibilidade diminua cada vez mais. De acordo com seu pensamento, o dinheiro tem que ser a menor das preocupações, mas é necessário que haja normas de conformidade e união entre os clubes para que tudo dê certo.

Javier Tebas busca acordo para liga brasileira
Presidente da La Liga pode investir em criação de liga brasileira de futebol - Getty Images

A administração do futebol brasileiro tem sido cada vez mais caótica e isso reflete no calendário do clubes, o que acaba comprometendo diretamente o desempenho dos jogadores. Falando sobre as reais preocupações, Tebas comentou: "Se eu fosse de um clube brasileiro, não me preocuparia em brigar agora por 3% (do dinheiro). Eu me preocuparia com os 3.000% que há fora e não estão conseguindo".


 

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