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Futebol » ESPECIAL LIBERTADORES

Palmeiras e Santos chegam à final da Libertadores donos das melhores campanhas

Melhores times da primeira fase da competição continental, equipes decidem título neste sábado, no Maracanã

Redação Publicado em 29/01/2021, às 10h18 - Atualizado às 10h22

Maracanã, palco da final da Libertadores 2020
Maracanã, palco da final da Libertadores 2020 - GettyImages

Palmeiras e Santos decidem o título da Copa Libertadores no próximo sábado, 30, às 17h (de Brasília), em jogo único no Maracanã. A final paulista conta com as melhores campanhas da competição continental, que termina quase um ano depois por conta da paralisação em função da pandemia de coronavírus.

O alviverde, hoje comandado por Abel Ferreira, trocou de técnico durante o campeonato sul-americano e teve uma arrancada depois da chegada do treinador português. No cenário nacional, o Palmeiras leva vantagem sobre o Santos, já que está na final da Copa do Brasil (contra o Grêmio) e é o atual quinto colocado do Campeonato Brasileiro.

Do outro lado, o Santos não fica muito para trás. O time de Cuca fez a melhor campanha da fase de grupos da Libertadores ao lado do alviverde e tem retrospecto consolidado em 2020. No Campeonato Brasileiro, no entanto, o alvinegro é o 10º colocado, a sete pontos do Palmeiras.

A grande decisão promete ser o maior capítulo da história desse clássico centenário. Campeão em 1962, 1963 e 2011, o Santos busca o quarto título da Libertadores para ficar marcado como o clube brasileiro mais vitorioso da competição. Já o Palmeiras, vencedor em 1999, quer o bicampeonato continental.

A rivalidade paulista teve grandes marcos nos anos 50 e 60 e, mais recentemente, em 2015. O Santos levou a melhor e levantou o troféu do Campeonato Paulista, enquanto o Palmeiras conquistou a Copa do Brasil.

Para carimbarem a vaga na final da Libertadores 2020, Verdão e Peixe passaram por gigantes argentinos na semifinal: River Plate e Boca Juniors, respectivamente. Abaixo, o SportBuzz relembra os caminhos de Palmeiras e Santos até a grande decisão. Veja:

Líderes dos grupos na primeira fase, mas trajetórias diferentes no mata-mata

Os dois times encerraram a fase de grupos com 16 pontos. Em seis jogos, foram cinco vitórias e um empate, sem nenhuma derrota.

No mata-mata, as campanhas não se repetiram. Enquanto o Palmeiras venceu quatro jogos, empatou um e perdeu um, o Santos venceu três, empatou dois e foi derrotado uma vez.

Em 12 jogos até aqui, o Palmeiras tem nove vitórias, dois empates e uma derrota, com 32 gols marcados e apenas seis sofridos.

O Santos, nas mesmas 12 partidas, venceu oito, empatou três e perdeu apenas uma, com 20 gols feitos e nove sofridos.

PALMEIRAS

Palmeiras, após a classificação para a final (Crédito: GettyImages)

 

O alviverde iniciou a disputa ainda sob o comando de Vanderlei Luxemburgo e encerrou a fase de grupos, já sem o treinador, com a melhor campanha da competição.

Na estreia da Libertadores, venceu o Tigre-ARG por 2 a 0 fora de casa. Já na segunda rodada, em seus domínios, também garantiu o triunfo diante do Guarani-PAR pelo placar de 3 a 1.

Na terceira partida, o Verdão encarou a altitude e não deu chances ao Bolívar. Com a vitória por 2 a 1, o time seguiu com 100% de aproveitamento na Libertadores. Na rodada seguinte, ficou no empate em 0 a 0 contra o Guarani, fora de casa.

Para finalizar a primeira fase, o alviverde recebeu o Bolívar e não tomou conhecimento do rival: goleada por 5 a 0. Já na última partida da fase de grupos, a equipe aplicou mais uma goleada por 5 a 0. Porém, a vítima da vez foi o Tigre.

Nas oitavas, já sob o comando de Abel Ferreira, encarou o Delfín-EQU e não teve dificuldades para eliminar o adversário. Na partida de ida, vitória por 3 a 1. Na volta, uma goleada por 5 a 0.

Já nas quartas de final, o alviverde visitou o Libertad no jogo de ida e empatou em 1 a 1. No segundo jogo, venceu pelo placar de 3 a 0.

Na semifinal, teve um duelo duro contra o River Plate. Na Argentina, atropelou o adversário por 3 a 0 em atuação de gala. No Allianz Parque, pela volta, não teve uma noite dos sonhos. Com desempenho muito abaixo, o Palmeiras sofreu para evitar a eliminação. Mesmo assim, a equipe garantiu vaga na final com a derrota pelo placar de 2 a 0.

 



SANTOS

Santos, após a classificação para a final (Crédito: GettyImages)

 

Por questões extracampo, o Santos chegou desacreditado na disputa, mas mostrou o peso da camisa tricampeã continental. Sob o comando de Jesualdo Ferreira, o Peixe iniciou a fase de grupos com vitórias sobre Defensa y Justicia (2 a 1) e Delfín (1 a 0).

Após a volta do futebol brasileiro, os resultados do Santos causaram a demissão do treinador português, que deu lugar a Cuca. Em sua estreia, comandou o Peixe no empate em 0 a 0 contra o Olimpia, em casa.

Na partida seguinte, venceu o Delfín por 2 a 1 – Marinho marcou o primeiro gol na competição. Pela quinta rodada, contra o Olimpia, conquistou a vitória por 3 a 2 fora de casa. A partida, no entanto, foi marcada pela lesão de Carlos Sánchez, que virou baixa do Peixe na sequência da campanha. Na última rodada da fase de grupos, passou pelo Defensa y Justicia com um triunfo por 2 a 1. Foi a segunda melhor campanha da primeira fase.

Nas oitavas, venceu a LDU por 2 a 1, fora de casa, e acabou derrotado por 1 a 0 na Vila Belmiro.

Nas quartas, enfrentou o primeiro brasileiro nesta edição. Contra o Grêmio, o Santos fez dois duelos cheios de emoção: empate em 1 a 1 na ida, e goleada por 4 a 1 na volta, na Vila Belmiro. Mesmo sem Soteldo, o Peixe contou com Marinho e Kaio Jorge para confirmar a classificação em casa.

Na semifinal, enfrentou o Boca Juniors. Na Argentina, ficou no 0 a 0 em partida marcada por polêmica de de pênalti em Marinho não marcado. Com o placar em aberto, não tomou conhecimento do adversário e atropelou o time argentino por 3 a 0, em casa.

 

 


 

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