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Futebol / OLIMPÍADAS - FUTEBOL MASCULINO

Ataque potente e defesa irregular: Brasil encara Egito em busca do sonho pelo ouro

Brasil terá pela frente o Egito nas quartas de final das Olimpíadas de Tóquio no futebol masculino

Redação Publicado em 30/07/2021, às 20h00

Brasil está em busca do ouro nas Olimpíadas de Tóquio e tem Egito pela frente - Lucas Figueredo/CBF
Brasil está em busca do ouro nas Olimpíadas de Tóquio e tem Egito pela frente - Lucas Figueredo/CBF

Neste sábado, 31, às 7h, em Saitama, o Brasil inicia sua caminhada no mata-mata do futebol masculino nas Olimpíadas de Tóquio. A equipe comandada por André Jardine terá pela frente um Egito, que é visto como uma grande zebra, mas que possui um potencial enorme para gerar dificuldades ao time canarinho. 

 

Com um ataque potente comandado por Antony, Richarlison, Claudinho e Matheus Cunha, o Brasil é disparado o time com maior potencial dentro da competição. O quarteto, por sinal, foi um dos grandes responsáveis pelos sete gols marcados pelo time nas Olimpíadas de Tóquio. O maior destaque vai para o atacante do Everton, que já balançou as redes cinco vezes. 

O camisa 10, por sinal, tem sido o grande destaque do Brasil no torneio. Richarlison tem chamado a responsabilidade nas partidas e foi o principal líder nas vitórias diante de Alemanha e Árabia Saudita. Nesses confrontos, ele fez três contra os alemães e selou a classificação brasileira para as quartas de final com dois gols em cima dos árabes. 

Enquanto o setor de meio-campo e ataque funcionam de maneira satisfatória e com muita intensidade, a defesa montada por André Jardine ainda sofre com sua desorganização. Apesar de ter atletas como Daniel Alves, Guilherme Arana, Nino e Diego Carlos ainda sofre com a falta de entrosamento. 

Das equipes que se classificaram para o mata-mata das Olimpíadas de Tóquio, o Brasil possui a pior defesa ao lado de Nova Zelândia e México com três gols sofridos. O mesmo setor defensivo deve ter dificuldades contra um Egito, que demonstrou ser um time extremamente difícil de atacar e eficiente no contra-ataque rápido. 

Qualidades essas, por exemplo, que foram um dos grande problemas do Brasil no empate em 0 a 0 diante da Costa do Marfim. Apesar disso, André Jardine teve tempo para ajustar esses problemas no seu esquema tático, mas deve ficar atento com um Egito que deixou a favorita Argentina para trás ainda na fase de grupos e dificultou para a Espanha. 

Jogando no 5-3-2, o Egito deve repetir a mesma estratégia que teve contra os rivais espanhóis na estreia das equipes nas Olimpíadas de Tóquio. Na oportunidade, os egípcios se fecharam na defesa e tentaram sair em velocidade com Rayan e Mohamed, apesar de não ter feito gols, conseguiu levar um empate de 0 a 0 e seguiram vivos no torneio. 

Dessa forma, o Brasil vai precisar repetir a atuação ofensiva que teve diante da Alemanha, quando esbanjou criatividade no ataque e precisará acertar sua defesa. Sempre exposta no contra-ataque, a Seleção Brasileira terá um desafio e uma preparação importante para o que ainda pode vir a aparecer nas próximas fases das Olimpíadas de Tóquio.


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