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BRASIL NA FINAL! O que mudou na seleção em comparação à final da Copa América de 2019

Buscando o segundo título seguido, o Brasil enfrenta a Argentina na final

Gabriel Soria Publicado em 08/07/2021, às 12h41

Brasil enfrenta a Argentina na grande final da Copa América - Getty Images
Brasil enfrenta a Argentina na grande final da Copa América - Getty Images

Neste sábado, 10, o Brasil enfrenta a Argentina na grande final da Copa América. Após conquistar o título de 2019, dentro de casa, a Seleção Brasileira volta ao Maracanã para tentar o bicampeonato, mas tem um adversário muito mais difícil pela frente em relação à última vez. Além disso, o cenário é um pouco diferente para as duas seleções.

Confira algumas coisas que mudaram da última final de Copa América até esta

 

1. Plantel

Na final, em 2019, a Seleção Brasileira venceu o Peru por 3x1, com um elenco diferente do que está prestes a buscar o bicampeonato. Com Neymar machucado, a seleção perdeu muita qualidade, mas ainda assim sobrou na competição.

Em comparação das duas edições, houve pelo menos uma mudança em cada setor. Entre os goleiros, Cássio estava entre os selecionados e, este ano, deu lugar a Weverton. Na zaga, Miranda ficou de fora para a convocação de Felipe, que foi cortado por lesão, dando lugar a Léo Ortiz. Nas laterais, saíram Daniel Alves, Filipe Luis e Fagner para a convocação de Danilo, Renan Lodi e Emerson Royal

O meio campo foi o setor com mais mudanças. Fernandinho, Allan, Arthur e Philippe Coutinho (lesionado) abriram vaga para a chegada de Fabinho, Douglas Luiz, Fred e Everton Ribeiro. No ataque, Willian e David Neres saíram para a convocação de Neymar e Gabriel Barbosa. Além disso, mais uma vaga de inscrição foi aberta e Vinícius Júnior foi convocado.

2. Crise sanitária

Desde o início de 2020, o mundo passou por uma crise sanitária que não presenciava há muito tempo. A decisão da última Copa América aconteceu no Maracanã e contou com o estádio lotado. Atualmente, devido à pandemia, o jogo acontecerá de portões fechados.

3. O potencial do adversário

Na decisão contra o Peru, apesar de certo equilíbrio durante a partida, ficou nítida a disparidade técnica das duas seleções. O Brasil abriu o placar aos 15 minutos e administrou o resultado, até os peruanos acharem um pênalti, aos 44, que foi convertido por Guerrero.

Contudo, a seleção voltou a tomar conta da partida e, quatro minutos depois, passou na frente de novo. Richarlison fechou a vitória no final do jogo, colocando o 3x1 no placar, mesmo com um a menos desde os 25 do segundo tempo.

A partida deste sábado contra os 'hermanos' tem tudo para ser muito mais complicada. Com quatro gols e cinco assistências em seis jogos, Lionel Messi é o artilheiro e líder em assistências de toda a competição.

Além do camisa 10, a Argentina conta com o goleiro Emiliano Martínez, com Di Maria, Lautaro Martínez, De Paul, Paredes e muitos outros. O ponto positivo para o Brasil é que o sistema defensivo adversário não tem passado muita segurança, diferente do brasileiro, que tem, em todas as posições de trás, jogadores com grande capacidade de marcação.

4. Horário incomum

Em 2019, a final aconteceu às 17h, no dia 7 de julho, um domingo. Já neste ano, o jogo está marcado para acontecer às 21h do dia 10 de julho, que é um sábado. Devido à alta temperatura na Colômbia, local original de realização da competição, o jogo aconteceria às 19h no horário local, 21h no horário de Brasília.

O confronto deste sábado, traz a Argentina tentando conquistar seu 15º título, enquanto o Brasil vai atrás do seu 10º.


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