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No Fluminense, Felipe Melo avisa: "O pitbull não morreu"

Felipe Melo disse ter ficado surpresa com a primeira vez em que ouviu a torcida do Fluminense fazendo os latidos de cachorro, em referência ao seu estilo

Redação Publicado em 09/02/2022, às 13h58

Felipe Melo fala de brincadeira da torcida do Fluminense - GettyImages
Felipe Melo fala de brincadeira da torcida do Fluminense - GettyImages

Desde a contratação de Felipe Melo pelo Fluminense, virou comum ouvir nas arquibancadas os torcedores dizendo: "Ruf, ruf, ruf", fazendo referência ao latido de um cachorro, ou melhor, de um pitbull. A brincadeira surpreendeu e caiu no gosto do próprio jogador, que já tinha o apelido fixado em sua carreira.

O volante até passou a fazer coro com a brincadeira dos Tricolores, mas em entrevista ao site "GE", Felipe Melo, hoje com 38 anos disse estar mais para um labrador, raça do Tartufo, seu cachorro de estimação. Em sua visão, atualmente ele se adequa mais a uma versão mais "adestrada" tecnicamente e mais "dócil", mas não se engane.

 

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"Sem dúvida nenhuma. Mas é bom deixar claro que se precisar dar umas porradas para defender as cores do Fluminense, o pitbull não morreu ainda, não (risos). Eu fora de campo sou mais um labrador. Eu gosto dessa raça, desse estilo de cachorro, que é muito dócil, muito família", disse o jogador.

Ainda falando de cachorro, depois do último compromisso que teve com a equipe das Laranjeiras, Felipe Melo saiu para dar uma passeada com seu labrador. O jogador ainda contou que tem um pitbull em sua casa em São Paulo, mas como ele participa de competições, e já ganhou algumas como o melhor do Brasil, teve que ficar por lá por um período.

Felipe Melo, jogador do Fluminense segurando a camisa do clube
Felipe Melo, jogador do Fluminense segurando a camisa do clube (Crédito: Mailson Santana/Fluminense FC/Flickr)

 

"De manhã, sim. Eu acordo muito cedo, leio um pouco a bíblia e saio com o cachorro para dar uma passeada. Na parte da noite não, mas dessa vez eu fui porque estava muito contente. Nome do meu cachorro é Tartufo, é um labrador que veio da Itália, e falei com ele: 'Vamos passear'. Eu tinha um pitbull que ficou em São Paulo, o nome dele é Ousado, ganhou seis, sete vezes o prêmio de melhor pitbull do Brasil, e acabou ficando em São Paulo por causa de competições, mas daqui a pouco ele vem para o Rio", contou.

 
 
 
 
 
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Destaque do Fla-Flu do último domingo, 6, no seu primeiro clássico pelo Fluminense, o jogador contou que apesar de já ter jogador diferentes tipos de clássicos na carreira, em times diferentes, nunca saberá colocar em palavras o que é realmente jogar uma partida como essa, principalmente quando se tem uma atuação importante para a equipe.

"Para falar a verdade, joguei Galatasaray x Fenerbahce, Besiktas x Galatasaray, Fla-Flu da outra parte (no Flamengo), Palmeiras x Corinthians, Palmeiras x São Paulo... São clássicos que dificilmente a gente pode transformar em palavras o que a gente sente quando entra em campo para defender as cores, nesse caso do Fluminense. É isso que faz com que eu continue jogando futebol. Graças a Deus eu pude jogar isso em São Paulo. Então tinha saudade em jogar um Fla-Flu? Não, eu tinha saudade de jogar um clássico. E para mim é um orgulho enorme jogar um clássico com a camisa do Fluminense. Poder honrar a camisa e automaticamente dar orgulho aos meus pais tricolores", opinou.


 

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