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Futebol / EXCLUSIVA

Michel Bastos projeta desafios no TST e fala sobre o Rio Grande do Sul

Em exclusiva ao SportBuzz, Michel Bastos analisou a oportunidade no Fut7 após a “aposentadoria” e o atual cenário do esporte no país; saiba mais

Michel Bastos defenderá o DEC no TST - Reprodução/Instagram
Michel Bastos defenderá o DEC no TST - Reprodução/Instagram

Michel Bastos está pronto para uma nova empreitada: defendendo o Desimpedidos Esporte Clube, o jogador participará do TST, uma competição global de futebol 7v7 com formato similar ao da Copa do Mundo FIFA. O prêmio para o campeão da disputa será de US$ 1 milhão.

Em exclusiva ao SportBuzz, o gaúcho detalhou os bastidores antes do torneio, cujo início está marcado para esta quarta-feira, 5, e o que é possível esperar. “Estou me preparando bem, dentro do possível. Não vamos negar, não é o Michel de 15, 20 anos atrás, mas espero ajudar muito, a expectativa é grande”, destacou.

CONFIRA A ENTREVISTA EM VÍDEO:

É uma competição que se fortaleceu muito, acho que o nível vai ser bem maior do que o do ano passado. Eu fui um cara que analisou bastantes jogos, olhei para passar esse conhecimento. A gente tem um treinador que é o Fumaça, meu amigo, e me deram uma boa liberdade para passar o que eu sei”.

Além disso, Michel ressaltou o crescimento do Fut7 no Brasil: “Antes, era só uma modalidade para você brincar, não era nada profissional nessa proporção que estamos tendo [...]. Como ela está começando a se padronizar, estão vindo regras diferentes, e isso é desafiador. Para mim, é muito legal, é só você se adaptar e encaixar”.

Natural de Pelotas, o atleta ainda lamentou a tragédia no Rio Grande do Sul e avaliou o impacto das enchentes no cenário esportivo. “Aqui no Brasil a gente vem fazendo [a nossa parte], mas se tiver que levar lá para fora, a gente vai passar essa mensagem e pedido de ajuda”, cravou Michel.

“A gente discute muito sobre o Campeonato Brasileiro, se deveria parar, porque a gente tem três equipes sem estádios e CTs. Mexe muito no calendário, têm jogadores de lá em outros clubes, com famílias no Rio Grande do Sul, que se preocupam e que, psicologicamente, às vezes não conseguem se doar ao máximo [...]. Então, aqueles que ainda têm condição de continuar ajudando o fazem porque não acabou”.