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Indignados, capitão e técnico do Boca Juniors reclamam de postura do Atlético-MG na Libertadores: "Muito sério"

Comissão do Boca Juniors questionou a resistência dos jogadores do Atlético-MG na partida da Libertadores

Redação Publicado em 14/07/2021, às 07h40

Jogadores de Atlético-MG e Boca Juniors na partida da Libertadores - GettyImages
Jogadores de Atlético-MG e Boca Juniors na partida da Libertadores - GettyImages

Os jogadores argentinos não ficaram nem um pouco felizes com a partida entre Boca Juniors e Atlético-MG, pela Libertadores, realizada na noite desta terça-feira, 13, no La Bombonera, e já colocaram a boca no trombone para reclamar.

Depois da partida, o técnico do Boca Juniors, Miguel Ángel Russo, e o capitão Izquierdoz, reforçaram o sentimento de revolta do clube argentino com o gol anulado do time na partida e, especialmente, com a postura dos jogadores do Atlético-MG no polêmico lance.

Acontece que por conta disso, eles começaram a questionar resistência dos jogadores do Galo em voltar a jogar depois do gol.

"Aconteceu uma coisa que nunca me aconteceu. O árbitro disse a eles cinco vezes para jogar, jogar, jogar e não saíram do caminho. Não entendo", disse Izquierdoz.

A polêmica aconteceu aos 33 minutos do primeiro tempo. Nela, Diego González fez o gol de cabeça e comemorou. No entanto, os jogadores do Atlético-MG pressionaram o árbitro Andres Rojas para revisar o lance.

Por esse motivo, o juiz correu até o monitor do VAR, e depois de sete minutos analisando o acontecido, sinalizou a falta de Briasco em Nathan Silva. Foi por essa decisão que o capitão do Boca se revoltou.

"Era para advertir e forçá-los a jogar. Aí, acabamos todos indo ver o VAR, ver o monitor e era claro que não tinha havido nada. Um contato normal de futebol, nenhum deslocamento, nada. Ele acabou anulando o gol. Foi uma situação muito rara e fomos prejudicados. Vendo agora foi muito claro", opinou Izquierdoz.

Além dele, o técnico Miguel Ángel Russo reforçou as palavras do seu capitão, e disse que o árbitro Andres Rojas não poderia ser tão influenciável no lance.

"Árbitros não podem se deixar levar por isso. Eles (Atlético-MG) o ignoraram e isso é algo muito sério que não pode e não deve acontecer, para um jogador lidar com a situação e forçá-lo a decidir uma situação. Isso é estranho para mim e não gosto disso. Isso é muito sério", disse o treinador.

Mas falando do jogo como um todo, a partida foi com pouca intensidade e inspiração, mas o Atlético-MG conseguiu segurar o 0 a 0 na Bombonera.

Agora, as duas equipes voltam a se enfrentar na próxima terça-feira, 20, no Mineirão, pelo jogo de volta das oitavas de final da Libertadores. Resultado com empate com gols dá a vaga aos argentinos nas quartas de final.


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