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Futebol / EITA!

Gabigol abre o jogo sobre Europa e futuro no Flamengo

Gabigol deixou a Europa cedo e retornou para o Brasil, onde conquistou uma grande idolatria no Flamengo; confira o que o atacante pensa sobre um retorno ao território europeu!

Redação Publicado em 04/08/2022, às 18h30

Gabigol abriu o jogo sobre o seu passado na Europa e também em relação ao futuro no Flamengo - GettyImages
Gabigol abriu o jogo sobre o seu passado na Europa e também em relação ao futuro no Flamengo - GettyImages

Gabigol, Europa e Flamengo são assuntos que sempre ficam em evidência quando a janela de transferências do velho continente abre. O atacante é um dos principais nomes do futebol brasileiro e, constantemente, tem visto alguns clubes interessados na sua contratação. Em entrevista para o canal "Fui, Clear", o artilheiro comentou sobre o seu passado em território europeu e o presente no solo carioca. 

Para quem não se lembrar, Gabigol teve uma breve passagem pela Europa, quando defendeu as cores da Inter de Milão e também do Benfica. Enquanto jogou por lá, ele não conseguiu ter um grande sucesso, mas optou por retornar ao Brasil e se concretizar como um dos maiores nomes da história do Flamengo. Sendo assim, o atacante explicou se as críticas por não ter dado certo no velho continente o deixam chateado. 

"Para mim foi muito normal. As pessoas acham que falando isso para mim me machucam, não, foi uma opção minha. E outra, se eu quisesse ter voltado já (para a Europa), eu poderia ter voltado. É uma opção minha e, enquanto eu sentir no meu coração que é o lugar para eu ficar, eu vou ficar. Quando eu sentir que não é para eu ficar, não tem problema nenhum em mudar, mas é claro, tem times que você passa que te marcam muito, e vai ser difícil, eu acho, sair do Flamengo, pensando no hoje. Vai ser muito difícil", afirmou.

Gabigol, inclusive, se sente em casa no Flamengo. O atacante não pensa em deixar o Brasil para voltar para Europa, pelo menos não neste momento. Segundo ele, a sua intenção é de seguir no clube que o ajudou a se sentir em casa novamente. Além disso, o artilheiro entende que deixou um legado para os torcedores flamenguistas e que isso não tem preço. 

"É a minha cara, é onde eu me sinto muito bem, o Flamengo é um time que eu me vejo um torcedor, quando eu ia para o estádio eu fazia a mesma coisa que eles faziam (risos), então acho que é algo que me motiva, que me faz ser feliz, que me pega. Eu tenho muito a coisa da 'vibe', eu venho para o CT mais cedo, passo pela praia e vejo todo mundo com a camisa do Flamengo, todo mundo com a camisa 9", seguiu.

Para Gabigol, a torcida do Flamengo é fundamental para sua permanência: "É algo que eu vou olhando e falando 'acho que consigo representar eles (torcedores) de alguma forma'. É isso que me motiva. Enquanto isso me motivar, eu vou querer ficar aqui e também, quando chegar o momento que eu ver que já não me motiva mais isso, outras coisas dentro do clube, ou até eu mesmo dentro do campo, vai ser a hora de mudar, mas confesso que vai ser difícil (risos)".

Gabigol também falou sobre a sua experiência na Europa...

"Eu acho que foi um momento que eu tinha que ter ido embora, não me arrependo de ter ido. Eu tinha 18 anos, eu sabia que tinha que passar por aquilo. Tinha alguns times que eu poderia ter ido, mas eu optei pela Inter de Milão, acho que era um clube que estava começando a se reestruturar de novo, e tinha um grupo chinês e um italiano, e aí eu fui nesse momento, e foi agora, acho que há um ano, que a Inter voltou a ser campeã italiana, e eu peguei esse começo desse ciclo novo na Inter de Milão", contou.

Gabigol em ação pela Inter de Milão
Gabigol teve uma breve passagem pela Inter de Milão, mas não conseguiu se firmar na Europa (Crédito: GettyImages)

"Cheguei em um time que não estava muito encaixado, eu ainda jogava aberto pela direita, peguei um treinador holandês, então para mim foi tudo muito novo, eu também muito novo, e vim do Santos, onde eu me sentia muito à vontade. Foram muitas coisas que não fizeram dar certo. Eu poderia ter ficado na Inter, mais um ano, ver como iria ser, optei de ir para o Benfica para poder jogar. Quando eu vi que tinha o Jonas, outros jogadores, eu fui por empréstimo, então eles colocavam jogadores da base dele para poderem fazer essa venda, e eu ficava sempre depois, o que é normal também. Eu falei 'pô, eu quero jogar, eu tenho 19 anos, eu não posso ficar aqui parado deixando a minha vida passar, não, quero ir atrás de um lugar aonde eu possa jogar'. Poderia ter ficado na Europa, mas optei por voltar para o Santos. Foi muito simples", finalizou.


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