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Futebol / TÓQUIO 2020 - FUTEBOL

Futebol brasileiro briga por boas campanhas nos Jogos Olímpicos de Tóquio

Seleção masculina defende o ouro olímpico, enquanto o time feminino busca melhorar a colocação da Rio 2016

Redação Publicado em 23/07/2021, às 21h11

Futebol brasileiro briga por boas campanhas nos Jogos Olímpicos de Tóquio - Sam Robles/CBF/Flickr
Futebol brasileiro briga por boas campanhas nos Jogos Olímpicos de Tóquio - Sam Robles/CBF/Flickr

O futebol brasileiro chega com boas expectativas para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Com nova técnica desde a última edição, na Rio 2016, a seleção feminina mira melhor campanha que o quarto lugar em casa.

Sob o comando da técnica sueca Pia Sundhage, bicampeã olímpica, o Brasil chega mais maduro para os Jogos do Japão. Para a treinadora, a seleção feminina deve chegar, no mínimo, até as quartas de final.

“Estou nesse jogo há muito tempo e sei que, se você chega às quartas, qualquer um dos times pode ir à final. Lá, veremos o que acontece”, disse a técnica em entrevista coletiva antes da estreia.

A seleção feminina começou bem nos Jogos Olímpicos. Na última quarta-feira, 21, o Brasil goleou a China por 5 a 0, pelo Grupo F. Agora, o Brasil se prepara para enfrentar a Holanda neste sábado, e depois encara a Zâmbia.

Pela seleção masculina, o grupo comandado por André Jardine busca o bi olímpico. Campeão na Rio 2016, depois de vencer a Alemanha nos pênaltis, o Brasil fez sua estreia em Tóquio 2020 com uma vitória por 4 a 2, justamente para os alemães.

O técnico falou sobre a reedição da última final e disse que a partida deixou aprendizados para o restante das Olimpíadas de Tóquio. O Brasil abriu 3 a 0 em 30 minutos de jogo, sofreu dois gols na segunda etapa e marcou um gol no fim da partida.

“Foi mais uma página desse clássico, dessas duas seleções. Eu sonhava em escrever essa página brasileira, verde e amarela, da maneira que foi. Não consigo relaxar em momento nenhum. Mesmo no 3 a 0 segui jogando junto, lance a lance. A gente sabe que o jogo nunca está ganho. Foi mais uma lição que aprendemos todos. O pênalti (perdido por Matheus Cunha) gerou uma frustração. O quatro gol poderia ser definitivo”, disse.

“A Alemanha é uma seleção que precisa sempre ser respeitada, mesmo com um a menos se lançou ao ataque, não abdicando de tentar o resultado. É um misto de sensação, êxtase de um início de jogo bem executado, acima do que a gente esperava, e preocupação, vendo o time não encaixar a marcação. A Alemanha trocou a sua formação, gerou dificuldade e preocupação para agir rápido e neutralizar. O alívio com o quarto gol veio com a sensação de que fizemos uma grande partida e conseguimos a vitória”, completou. 

Líder do Grupo D, o Brasil volta a campo no próximo domingo, 25, às 5h (de Brasília), contra a Costa do Marfim.


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