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EXCLUSIVO: Goleiro Gabriel Leite, do Paysandu, comenta expectativas para 2020 e relembra fase artilheira

O goleiro é um dos reforços do tradicional time para 2020, com o objetivo de subir para a Série B do Brasileirão

Marcello Sapio Publicado em 16/07/2020, às 16h02

Gabriel Leite fala com exclusividade sobre ano no Paysandu
Gabriel Leite fala com exclusividade sobre ano no Paysandu - Jorge Luiz/Paysandu

O Paysandu é um dos times mais tradicionais da região Norte. O "papão", que já chegou a disputar a Libertadores e vencer o Boca Jrs em plena Bombonera, atualmente está na Série C do Campeonato Brasileiro.

Buscando vôos mais altos, o time buscou se reforçar com jogadores experientes. Um deles foi o goleiro Gabriel Leite.

Gabriel rodou por diversos clubes do Brasil, como Ferroviária, Luverdense, Red Bull Brasil, entre outros. Aos 32 anos, topou ir para o Paysandu para mais um desafio.

Em uma entrevista exclusiva para o Sportbuzz, ele relembrou momentos de sua carreira, falou sobre como tem se preparado para a volta do futebol e os objetivos do clube.

Gabriel Leite em um treino do Paysandu (Crédito: Jorge Luiz/Paysandu)

 

Para começar, Gabriel revelou o que fez no período em que o futebol estava paralisado: "Ficamos aproximadamente três meses parados. No primeiro, eu fiquei aqui em Belém (do Pará) com a minha família, mas quando os casos começaram a aumentar, eu voltei para Curitiba com eles".

"Consegui treinar em Curitiba. Em Belém, não conseguia direito, ficava treinando no apartamento, mas lá em Curitiba tem um campo na nossa casa em que eu treinava e deu para fazer a maioria dos treinos específicos para goleiro. Eu tinha um treinador de goleiros que me treina sempre quando estou de férias, ele me treina desde a época de Paraná Clube, e treinei com ele neste período", concluindo Gabriel, sobre a sua rotina de treinos.

Em sua primeira temporada pelo "papão", Gabriel revelou as suas motivações para fechar com o clube e exaltou a paixão da torcida: "O Paysandu é um dos maiores times do Brasil e com uma torcida que é conhecida em diversos lugares do mundo e, com certeza, foi um dos fatores. Essa torcida apaixonada é um dos fatores preponderantes para nós, jogadores, escolherem. No meu caso, além de outros, a torcida foi um dos prós para que eu viesse".

Como se sabe, goleiro é uma das posições com menos rotatividade no futebol, o que acaba prejudicando alguns profissionais e, até, fazendo com que os jogadores, ainda na base, mudem de posição.

Gabriel falou sobre o que o motivou a se tornar goleiro e se sempre teve esse desejo: "Eu iniciei jogando na linha, em escolas de futebol do bairro, mas quando fiz o teste para goleiro no Paraná Clube, quando tinha 10 anos e passei, eu continuei a jogar nas escolinhas em uma posição de linha, mas percebi que teria mais futuro no gol, por isso continuei como goleiro".

"Eu gostava de atuar na linha, como eu disse, escolhi o gol porque achei que teria mais futuro, mas não teria problema algum em jogar na linha", completou o goleiro  do Paysandu.

Gabriel Leite em ação (Crédito: Jorge Luiz/Paysandu)

 

O jogador, além de se mostrar com um traço "polivalente", também pode ser colocado na seleta lista de "goleiros-artilheiros". Batedor de pênalti, ele já marcou três gols como profissional, todos em sua passagem pelo Luverdense.

Ele explicou como é a sensação de marcar um gol, mais especificamente em uma posição que, naturalmente, tem uma função oposta: "Meu primeiro gol foi em 2013 e os outros dois no mato-grossense de 2014 e é uma experiência única, muito diferente das experiências que a gente tem como goleiro. Defender pênalti é algo sensacional, fazer uma defesa difícil também é sensacional, mas fazer um gol é bem diferente do que estamos acostumados, é uma experiência maravilhosa".

O goleiro-artilheiro ainda afirmou que treinava tal função quando estava no Luverdense: "Eu treinava bastante. Em 2014, eu era o batedor oficial do time e, durante os anos em que eu estive lá, sempre fui um dos batedores oficiais. Tenho treinado aqui também, para caso precise, a gente possa ajudar".

Gabriel também falou sobre as suas expectativas para o Paysandu na temporada de 2020: "Minhas expectativas com o clube são as mais altas. Com o retorno do estadual, tem a expectativa de chegar a final e ser campeão, manter os objetivos para o ano, como subir para a Série B e ganhar a Copa Verde, caso haja".

Ele ainda comentou sobre o tradicional jogo "Re-Pa" (como é chamado o confronto entre Remo e Paysandu) e exaltou toda a tradição do maior clássico do estado: "É um dos jogos mais folclóricos do Brasil. Tive a oportunidade de jogar, na partida em que acabou 1 a 1, neste ano. Tiveram dois 'Re-Pa' neste ano, no primeiro eu não estive presente por conta do falecimento do meu pai, e no segundo eu joguei. Esse jogo é algo muito diferente, é sensacional e estar no campo neste jogo é a sensação que você conseguiu chegar em um patamar alto da carreira, que conseguiu jogar um dos maiores clássicos do Brasil e isso é sensacional. Me vejo ainda disputando outras edições e, consequentemente, conquistando mais vitórias nos 'Re-Pas'".


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