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Ex-jogador revela que Löw ameaçou substituir quem zoasse o 7 a 1

Ex-volante contou que Löw afirmou que deixaria os jogadores de fora do restante da partida contra o Brasil caso algum deles brincasse com o placar de 7 a 1 durante o intervalo

Redação Publicado em 04/03/2022, às 10h33

Sami Khedira na Seleção da Alemanha, comandada por Löw na Copa do Mundo de 2014 - GettyImages
Sami Khedira na Seleção da Alemanha, comandada por Löw na Copa do Mundo de 2014 - GettyImages

Apesar de estar ganhando, Jöachim Löw não quis saber de zoação com os brasileiros, e o placar de 7 a 1 conquistado pela Alemanha durante a semifinal da Copa do Mundo de 2014. A histórica derrota do Brasil está perto de completar oito anos, e a medida que a data chega, o confronto desperta novas lembranças em quem esteve em campo naquele fatídico dia.

Um exemplo disso foi o ex-volante Sami Khedira, que em entrevista à "ESPN" repassou alguns momentos marcantes da sua carreira, e claro que a goleada mais impressionante da história da Copa do Mundo não poderia ficar de fora. Inclusive, ele ainda revelou que Löw pregou respeito durante o intervalo do jogo, e ameaçou os jogadores.

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Naquela oportunidade, quando o primeiro tempo havia terminado, os alemães foram para o vestiário já vencendo por 5 a 0, contando com a atuação impressionante diante dos donos da casa. Assim, de acordo com a história contada por Khedira, autor do quinto gol do jogo, Löw foi muito claro ao pedir respeito ao adversário, e que zoações não fossem feitas.

"Löw foi a parte mais importante do dia. No intervalo, disse que se alguém baixasse seu rendimento ou mesmo fizesse piadas por sobre estar 5 a 0, substituiria de imediato e não jogaria a final", contou Sami Khedira sobre o pedido do treinador aos jogadores da Alemanha, antes de completar.

Jogadores da Alemanha, seleção comandada por Löw na Copa do Mundo de 2014
Jogadores da Alemanha, seleção comandada por Löw na Copa do Mundo de 2014 (Crédito: GettyImages)

 

"Nos pediu que levássemos a sério e respeitássemos a seleção brasileira. Mais que isso, que respeitássemos aos torcedores e ao país", contou o ex-jogador que esteve em campo na histórica derrota brasileira por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo de 2014, que foi sediada no Brasil.

Lá naquela época, Khedira já era um dos grandes destaques do Real Madrid, e havia acabado de conquistar a sonhada "La Décima" taça da Champions League para o clube merengue, ainda que Cristiano Ronaldo fosse o principal astro. No ano seguinte, foi vendido para a Juventus, onde reencontrou CR7. Segundo o ex-volante, o português teve momentos bem distintos nas equipes.

"Conheci dois Cristianos. O primeiro foi no Real Madrid. Era um pouco jovem, um pouco mais inseguro e egoísta também. Não egoísta no mau sentido, só na forma que são os jovens atacantes. Teve que encontrar sua personalidade. E depois o segundo Cristiano, na Juventus. Era muito mais líder. Ainda movido pelo egoísmo para marcar, mas ainda mais por empurrar seus companheiros e ajudá-los a ser melhores. Fora de campo, estava muito mais relaxado e maduro, e dentro, sempre concentrado e igualmente intenso", lembrou.


 

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