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Corinthians: Vítor Pereira revela surpresa com atitude da torcida

Vítor Pereira viu um Corinthians vibrante na Libertadores e o treinador português revelou que ficou surpreendido com a atitude da torcida; confira

Redação Publicado em 14/04/2022, às 09h28

Vítor Pereira está feliz com o desempenho do Corinthians e, principalmente, com a torcida - GettyImages
Vítor Pereira está feliz com o desempenho do Corinthians e, principalmente, com a torcida - GettyImages

Foi na raça, foi difícil, mas Vítor Pereira conquistou sua primeira vitória com o Corinthians na Libertadores da América. Na última quarta-feira, 13, o Timão enfrentou o Deportiva Cali, na Neo Química Arena, e conseguiu vencer os rivais pelo simples placar de 1 a 0. O treinador português saiu do jogo satisfeito e ainda mais encantado com a torcida alvinegra em Itaquera. 

Mais de 40 mil torcedores estiveram na Neo Química Arena para apoiar os jogadores e Vìtor Pereira se mostrou surpreso com a atitude da torcida. O técnico do Corinthians revelou que nunca viu fãs cantarem e ficarem ao lado do elenco durante toda a partida. O português admitiu que para as pessoas do Brasil isso é habitual, mas que para ele é algo novo e impressionante. 

 

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''Hoje foi um jogo em que se viu de tudo. A torcida para vocês já é uma coisa habitual, mas para mim, que já corri o mundo, nunca vi nada igual, porque nos apoiou desde o primeiro até o último minuto e transmitiram a energia que precisávamos. Nós sentimos a paixão e a energia. Portanto, a minha gratidão a eles, em nome de toda a equipe'', afirmou. 

Além de elogiar a torcida, Vítor Pereira também comentou sobre o revezamento que tem feito desde a sua chegada ao clube. Durante a entrevista coletiva, logo depois do jogo, ele contou que está buscando essa troca de jogadores para dar mais opções e ter todos fisicamente bem para a maratona de jogos que o Corinthians terá nas próxima semanas. 

Willian em ação
Willian em ação durante o confronto diante do Deportivo Cali na Libertadores (Crédito: GettyImages)

‘’O calendário do Brasil é muito exigente, tanto para os mais novos quanto para os mais velhos. O calendário por si só é exigente. Eu não tive tempo de fazer uma pré-temporada com a equipe e não deu para acompanhar os tempos de recuperação de alguns jogadores. A lição para mim é mesclar um pouco os mais experientes com os que têm menos idade, com os mais novos que às vezes têm energia até demais, e manter a equipe em um nível competitivo alto'', começou explicando. 

"Esse é o nosso grande desafio: misturar uns e outros. Prometer que se recuperem, mas que não sejam forçados a jogarem fadigados, como aconteceu contra o São Paulo, quando não conseguimos dar uma resposta. A responsabilidade ali é minha por não perceber essa incapacidade de resposta. Nós tivemos dois dias a menos de recuperação do que eles e para jogarmos o nosso jogo precisamos estar frescos e dinâmicos para criarmos situações. Este elenco tem jogadores de muita qualidade, já com mais de 30 anos, que às vezes não podemos cobrar tanto. Nós precisamos equilibrar com os outros para fazer uma equipe competitiva", finalizou. 


 

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