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Futebol » SAUDADES!

Com campeonatos parados, atacante diz sentir falta até das cornetadas: "Saudades de ouvir tira o 9"

Jefferson Araújo, do Imperatriz, do Maranhão ainda contou que nunca mais vai reclamar dos treinos quando tudo se normalizar

Izabella Macedo Publicado em 08/05/2020, às 14h38

Com campeonatos parados, atacante diz sentir falta até das cornetadas
Com campeonatos parados, atacante diz sentir falta até das cornetadas - Instagram

Desde que a pandemia de coronavírus atingiu o Brasil, os campeonatos pelo país foram paralisados e consequentemente, os jogadores deixaram de realizar suas atividades rotineiras.

O futebol brasileiro em geral foi parado em meados de março, mas em alguns estados, a bola não rola já há quase 60 dias.

Todo esse tempo sem o esporte mais popular do mundo tem deixado torcedores e também jogadores angustiados, sentindo muita falta da emoção que só o futebol proporciona. 

Esse é o caso do atacante do Imperatriz, do Maranhão, Jefferson Araújo. Em sua rede social, o atleta disse que a saudade é tanta que até as cornetadas estão fazendo falta.

De acordo com o site Globo Esporte, ele também brincou que depois que tudo voltar ao normal, nunca mais vai reclamar dos treinos.

"A gente que vive do futebol sente falta de tudo, nunca mais vamos reclamar dos treinos. Saudades de ouvir até o tira o 9️ (em referência a sua substituição). Não, espera, gol do 9", brincou.

 

A situação de Jefferson é ainda pior se comparado com os atletas que deixaram de jogar a partir do dia 16 de março.
 
Acontece que o jogador não participa de uma partida oficial desde o ano passado, quando atuou pelo Walter Ferretti, da Nicarágua. Apesar de ter chego ao Imperatriz-MA em dezembro, ele ainda não estreou.
 
Ainda pela pré-temporada, Jefferson rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo durante o treino e precisou ser submetido a uma cirurgia, realizada em fevereiro, e por conta dela, deve ficar ao menos mais seis meses longe dos gramados. 
 
Apesar de reconhecer que a pandemia não apresenta nenhum ponto positivo, o jogador reconhece que esse tempo foi importante para sua recuperação.
 

"Por um lado esse atraso me deu algum tempo pra recuperar, mas a coisa é tão séria que não dá nem para ficar feliz. Só o que nos resta é torcer para que tudo volte ao normal logo, e com menos vítimas o possível", contou.


 

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