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Futebol » racismo e homofobia

Clubes de futebol abrem espaço na luta contra crimes e injustiças sociais

Engajados, times e jogadores se unem contra o racismo e homofobia, e ainda ajudam no combate ao coronavírus

Redação Publicado em 17/11/2020, às 15h55

Racismo e homofobia no futebol
Racismo e homofobia no futebol - Getty Images

Hoje em dia, o futebol se tornou algo muito maior do que partidas emocionantes, que, inclusive, ficam ainda mais animadas ao conferir uma plataforma com os sites de apostas mais confiáveis. Em tempos de posicionamento crítico frente a problemas sociais, os grandes times vêm mostrando que também têm a responsabilidade de conscientizar sobre diversas questões.
Por ser um esporte de grande influência, as ações dos clubes repercutem, e muito, na sociedade brasileira — e mundial —, o que abriu espaço para a luta contra o racismo, homofobia, machismo e outras causas. Um dos exemplos mais recentes é o movimento #VidasNegrasImportam, que vem ganhando força principalmente após a morte de George Floyd, nos Estados Unidos, e do estudante João Pedro Mattos Pinto, no Brasil. As manifestações vêm ocupando os estádios e as redes sociais, onde várias equipes já se posicionaram.
Em junho deste ano, diversos times fizeram sua parte e o Cruzeiro foi um deles. Em seu perfil oficial do Twitter, o clube ressaltou a importância dos grandes atletas negros. “Nossa história não seria tão cabulosa se não fossem as lutas e os talentos de negros como Roberto Batata, Zé Carlos, Dirceu Lopes e tantos outros que fizeram conhecer a força e o peso da camisa estrelada em todos os cantos do mundo”, declarou. O Palmeiras também fez seu pronunciamento. “Já tivemos que mudar de nome para continuarmos existindo. Somos contra o racismo e qualquer prática preconceituosa que atente contra o direito à vida e à liberdade. Nascemos das diferenças e elas nos fazem mais fortes”, ressaltou a postagem na rede social.
O combate à homofobia também vem crescendo no meio esportivo. Recentemente, durante uma disputa pelo campeonato da United Soccer League Championship (USL), liga de futebol dos EUA, o meia Junior Flemmings, do Phoenix Rising, foi suspenso após ofender o jogador Collin Martin, do San Diego Loyal, com insultos homofóbicos.
Martin, que é assumidamente gay, teve o apoio de seu time, que saiu de campo no meio da partida do dia 30 de setembro com o aval de seu técnico, Landon Donovan. Após o incidente, Flemmings negou a acusação, afirmando não ter insultado o adversário, mas ficará afastado por seis jogos em decisão tomada pela USL. Em resposta ao ocorrido, o Phoenix Rising comunicou que está investigando o caso junto à liga e que repudia qualquer tipo de atitude homofóbica.
Ao se tornar uma plataforma para vozes e atos que antes não tinham espaço, ou mesmo o devido reconhecimento, o futebol vem abraçando causas nobres das mais diversas. Indo além da luta contra crimes e injustiças sociais, a comunidade esportiva tem colocado em prática seu lado solidário — especialmente em tempos de pandemia global.
O Inter e o Grêmio, por exemplo, se juntaram para angariar recursos para a construção de 80 leitos de UTI na Santa Casa, em Porto Alegre, em ação de combate ao coronavírus. Já o zagueiro Danny Morais, do Santa Cruz, começou a coletar doações muito especiais: camisas de jogadores famosos do mundo todo. O objetivo é arrecadar fundos para ajudar aqueles que mais precisam e cujas vidas foram impactadas pela Covid-19, o que certamente é uma atitude digna de um jogador engajado.

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