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Futebol / COPA DO MUNDO

Chefe de arbitragem da Fifa fala sobre orientações para Copa do Mundo

“Não queremos ninguém machucado”, reforçou Pierluigi Collina, chefe de arbitragem da Fifa, sobre orientações em campo, às vésperas da Copa do Mundo de 2022

Redação Publicado em 18/11/2022, às 16h10

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Pierluigi Collina, chefe de arbitragem da Fifa, em coletiva de imprensa - Christopher Lee / Getty Images
Pierluigi Collina, chefe de arbitragem da Fifa, em coletiva de imprensa - Christopher Lee / Getty Images

Em entrevista com o chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, nesta sexta-feira, o ex-árbitro passou instruções às delegações que participarão da Copa do Mundo de 2022. Dentre elas, está a cautela em campo, o respeito ao árbitro e a necessidade de deixar a bola rolar.

Aqui estão os melhores jogadores do mundo. Seria uma vergonha se estes ótimos jogadores não puderem jogar por serem vítimas de violência. Por isso, a nossa principal recomendação é: protejam os jogadores. Não queremos ninguém machucado”, comentou o italiano.

Na sequência, Collina mostrou três lances de jogos internacionais recentes que considerados “inaceitáveis”: um pisão no tornozelo, uma tentativa de chutar a bola que estava na altura da cabeça do rival e o uso do cotovelo contra o corpo do jogador adversário. “Todos os 32 técnicos da Copa do Mundo estão cientes da nossa orientação”, disse ele.

Além disso, lances de simulação de faltas e forçando choques, para tentar uma penalidade, também serão punidos. “Reações exageradas contra marcações do juiz também não serão toleradas. 3 milhões de pessoas vão ver os jogos nos estádios e bilhões pela TV. Não vamos tolerar”, afirmou Pierluigi Collina.

Representação de lances "inaceitáveis" na coletiva de imprensa
Representação de lances "inaceitáveis" na coletiva de imprensa (Créditos: Christopher Lee / Getty Images)

O ex-árbitro ainda reforçou a necessidade de ter um jogo com bola rolando, sem muitas paradas, diferente do que aconteceu na Rússia em 2018, que exigia mais de cinco minutos de acréscimos. “Não podemos achar normal que o jogo tenha 42, 45 minutos de bola rolando. Na Copa da Rússia foi normal vocês verem o quarto árbitro levantar a placa indicando 7, 8, 9 minutos de acréscimo. Nós queremos ver a bola em jogo”, finalizou.


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