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Após derrota no Brasileirão, dirigente do Atlético-MG detona VAR e relembra polêmica com Flamengo

Rodrigo Caetano saiu insatisfeito com a atuação do VAR no jogo do Atlético-MG e aproveitou para cutucar o Flamengo

Redação Publicado em 18/10/2021, às 07h15 - Atualizado às 07h33

Atlético-MG e Rodrigo Caetano não estão satisfeitos com a atuação do VAR no Brasileirão - Pedro Souza/Atlético Mineiro
Atlético-MG e Rodrigo Caetano não estão satisfeitos com a atuação do VAR no Brasileirão - Pedro Souza/Atlético Mineiro

O Atlético-MG perdeu sua invencibilidade de 18 jogos no Brasileirão no último domingo, 17, após derrota para o Atlético-GO. Jogando fora de casa, a equipe de Cuca deixou a desejar, mas viu o Flamengo também tropeçar na rodada e ainda segue liderando a competição com folga. 

No entanto, a derrota de 2 a 1 para o Dragão não foi muito bem digerida por Rodrigo Caetano. Depois da partida, em entrevista coletiva, o diretor do Atlético-MG demonstrou toda a sua insatisfação com a atuação do VAR. O dirigente alvinegro questionou um pênalti não marcado no início da partida, quando a bola bateu na mão de Baralhas dentro da área. 

"A intenção do pronunciamento é só para ratificar que novamente vamos seguir o rito que a CBF e a comissão de arbitragem nos sugerem de podermos ouvir o áudio do VAR para entender o que nós não entendemos. A derrota, da forma como foi, independente de ter saído na frente, tomado a virada, o Atlético-GO não tem nada a ver com isso. Porém, um jogo de futebol é decidido nos detalhes", afirmou.

Durante o pronunciamento que fez após a partida, Rodrigo Caetano também fez questão de questionar o VAR pelos pênaltis não marcados para o clube recentemente. O dirigente pediu para que se tenha mais critério e também cuidado para que o Brasileirão não seja decidido por erros. 

"Durante a semana, após o jogo contra o Santos, também tive a oportunidade de dizer que queríamos do VAR era critério. E critério é a única coisa que a gente não viu. Aliás, critérios para uns existem e para o Galo não existe. Ontem vimos um pênalti igual ao que aconteceu hoje. E hoje, no jogo da tarde, da mesma forma, Palmeiras e Internacional. Só o pênalti do Galo que não é marcado pelo árbitro. Porque o VAR não o chamou. Tivemos nos últimos jogos cinco pênaltis para darem dois", continuou. 

O responsável por comandar o VAR na partida contra o Atlético-GO foi Raphael Klaus e Caetano relembrou uma polêmica envolvendo o profissional. O dirigente do Atlético-MG lembrou da expulsão de Rodinei contra o Flamengo na última edição do Brasileirão, quando os dois times lutavam cabeça a cabeça pelo título nacional. 

"Espero, sinceramente, que seja apenas incompetência e não nada além disso. Porém, esse cidadão que apitou aqui hoje o jogo do Galo, foi o mesmo cidadão que ano passado apitou um jogo no Maracanã entre Internacional e Flamengo onde foi chamado pelo VAR e expulsou um jogador do Internacional ainda no primeiro tempo. Esse ano somos nós que estamos nessa disputa. E digo a vocês, quanto mais tentarem, mais forte seremos", contou. 

EXPLICAÇÕES AO VAR!

Rodrigo Caetano ainda completou pedindo mais explicações e explicando também o motivo de tanta pressão por parte da diretoria em relação a arbitragem. O dirigente do Atlético-MG voltou a pedir critério igual para todos e questionou o VAR novamente. 

"Se até agora o que fizemos não é suficiente, talvez perante toda a diretoria, nós vamos nos reunir para que tenhamos aquilo que a gente clama, critério, só isso. Nem beneficiados, nem prejudicados. Não pode, numa mesma rodada, dois outros pênaltis, iguais ao que tivemos hoje, para outros clubes serem confirmados e o nosso não. Isso não vamos admitir. Nosso torcedor está sofrido em relação a isso. Nós todos estamos. Então a gente vem aqui, nessa manifestação, solicitar, de uma vez por todas, que tenhamos explicações. Só isso". 

"Nós quando perdemos estava o Cuca aqui dando explicações técnicas e táticas, estamos aqui da mesma forma. Tem problema nenhum. Mas exigimos que a comissão de arbitragem nos diga qual é o critério que vale para alguns clubes e não vale para o Galo. De uma vez por todas, não vamos tolerar mais isso e hoje nos sentimos muito prejudicados com um lance capital aos seis minutos do primeiro tempo que poderia ter mudado a história do jogo", completou.




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