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Bel e as Feras recebe a medalhista olímpica no tênis, Luisa Stefani

Em entrevista exclusiva ao Bel e as Feras, para Bel Mota, Luisa Stefani contou sobre a emoção que foi conquistar a medalha de bronze no tênis em duplas

Redação Publicado em 13/02/2022, às 08h00

Bel Mota e a tenista Luisa Stefani no Bel e as Feras - Divulgação/Bel e as Feras
Bel Mota e a tenista Luisa Stefani no Bel e as Feras - Divulgação/Bel e as Feras

Mais do que ser a primeira mulher brasileira na Era Aberta a entrar no Top 10 do ranking da WTA, Luisa Stefani ainda conseguiu abrilhantar seu currículo no tênis com a conquista da medalha de bronze em duplas nas Olimpíadas de Tóquio. Em entrevista ao Bel e as Feras, para a jornalista Bel Mota, ela falou sobre a emoção do triunfo olímpico.

"Só trás lembranças boas. É minha bebê, só de olhar me lembra todos os momentos, todas as emoções e tudo de bom que isso me trouxe e ainda continua me trazendo, mas realmente emoções de tudo que o tênis já me proporcionou, e com certeza é o auge da minha carreira", contou Luisa.

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A caminhada da tenista em busca a medalha de bronze aconteceu completamente de última hora. Isso porque Luisa Stefani foi convidada, junto da sua dupla em Tóquio, Laura Pigossi, menos de duas semanas antes da realização das Olimpíadas. Apesar do momento tenso de ter que viajar "correndo" para a competição, elas conseguiram voltar com a medalha.

"No tênis, no meu caso como eu só jogo duplas, para eu qualificar para as Olimpíadas eu precisaria estar entre as 10 melhores do ranking, então no Top 10 do ranking mundial, ou qualificar com a somatória de ranking com outra brasileira de simples ou duplas que tivesse entre as Top 200", começou explicando.

Luisa Stefani em entrevista ao Bel e as Feras
Luisa Stefani em entrevista ao Bel e as Feras (Crédito: Divulgação/Bel e as Feras)

 

"No caso, eu não estava no Top 10 e também nenhuma outra brasileira, a melhor brasileira ranqueada era a Laura, que estava por volta dos 180, e o meu ranking era 20 e poucos de dupla, então na somatória iria dar lá para 200, 100 alto ou 200, que era muito longe da linha de corte para poder qualificar", continuou.

 
 
 
 
 
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"Mas o gerente da confederação inscreveu a gente na data limite e deixou lá, falou 'deixa a lista rolar, o que for para ser vai ser' e deixou a gente inscrita. E o último dia para se retirar das Olimpíadas era em uma quinta-feira no horário do Japão, aqui já era uma sexta-feira, e alguns dias antes eu já estava 'eai, como que está essa lista?' e nessa hora, a Laura nem sabia que estava inscrita", contou.

"Dormi quinta-feira já pensando, desapegando e pensando em Paris 2024, até que eu acordo sexta-feira de manhã, sexta-feira antes das Olimpíadas começarem, então a gente foi jogar no sábado, e na sexta-feira anterior ele me ligou e falou 'Lu, vocês entraram, confirma a presença?'. O mundo acabou, comecei a chorar de alegria, de desespero, não sabia o que fazer", lembrou.

Para saber mais sobre como foi a correria de Luisa Stefani e Laura Pigossi para embarcar rumo ao Japão, a preparação durante as Olimpíadas e a caminhada até chegar na medalha de bronze, acesse o episódio completo do podcast Bel e as Feras nas plataformas de áudio, ou acompanhe a entrevista para Bel Mota através do canal no "Youtube" do SportBuzz.


 

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